sábado, 18 de setembro de 2010

Gestante no Trabalho





Os direitos trabalhistas da gestante
Por DR. Maurício Nahas Borges - Advogado Trabalhista


1 Quais sãos os direitos assegurados por lei à gestante?
Poderíamos enumerar pelo menos três direitos garantidos à empregada gestante:
-garantia de emprego a contar da confirmação da gravidez até cinco meses após o parto;
-licença maternidade de 120 dias, sem prejuízo do salário.
-a alteração de função para preservação da saúde, se necessário.

2 O que muda no caso de empregados domésticos?
Até recentemente às empregadas domésticas gestantes só havia a garantia à licença maternidade, o que foi alterado pela lei LEI Nº 11.324, DE 19 DE JULHO DE 2006, com vigência a partir de 19/07/06, a qual passou a assegurar também a garantia de emprego durante a gestação até cinco meses após o parto.

3 Categorias profissionais, como aeronautas, por exemplo, cujo desempenho é prejudicial às gestantes, possuem direitos especiais?
É assegurada a toda e qualquer empregada gestante a transferência de função quando a atividade normalmente prestada for prejudicial à gestação, assegurada a retomada da função anteriormente executada logo após o retorno ao trabalho. Além da garantia legal de transferência de função, poderão existir garantias específicas às gestantes de determinada categoria profissional, em conformidade aos dissídios e ou convenções coletivas pactuados entre os agentes sociais da referida categoria.

4 Existem categorias profissionais diferenciadas quanto aos direitos da gestante?
A lei assegura a toda empregada gestante as garantias mínimas, quais sejam, garantia de emprego a contar da confirmação da gravidez, até cinco meses após o parto; licença-maternidade de 120 dias e transferência de função, quando necessário, por condições de saúde. Entretanto, as categorias profissionais poderão, mediante dissídio, acordo ou convenção coletiva estabelecer condições mais benéficas que as legais ou mesmo outros benefícios não previstos em lei.

5 Como a gestante deve proceder após constatar a gravidez?
Salvo no caso de contrato de experiência, o ideal é comunicar, de forma documentada, seu estado gravídico ao empregador.

6 O que é o salário-maternidade e como funciona?
Salário-maternidade é a remuneração devida à gestante durante o período de afastamento de, no mínimo, 120 dias.

7 O salário-maternidade é pago integralmente? E quem paga, o empregador ou a Previdência?
Durante a licença-maternidade é assegurado o pagamento do salário-maternidade sendo pago e calculado da seguinte forma:
Para a empregada comum é pago diretamente pelo empregador e calculado no valor da sua remuneração mensal, sendo que o empregador procede à compensação contábil pertinente com INSS.
Para a empregada doméstica o salário-maternidade é calculado com base no último salário-de-contribuição e pago pelo próprio INSS.
Para a contribuinte individual: (autônoma) é calculado com base em um doze avos da soma dos doze últimos salário-de-contribuição, sendo pago diretamente pelo INSS
Em qualquer hipótese, o benefício não pode ser inferior a um salário mínimo vigente.

8 Como é a remuneração a título de salário-maternidade, para trabalhadores com renda variável ou autônomos?
Para empregados com renda variável, o salário é calculado pela média da remuneração dos últimos seis meses.
Para a contribuinte individual: (autônoma) é calculado com base em um doze avos da soma dos doze últimos salário-de-contribuição, sendo pago diretamente pelo INSS

9 Como funciona a licença-maternidade?
A licença-maternidade deve ser notificada pela empregada ao seu empregador mediante atestado médico e poderá ocorrer entre o 28° dia antes do parto e a ocorrência deste, momento no qual se dará início a contagem do prazo de 120 dias.

10 A licença-maternidade afeta a contagem de tempo para efeito de férias?
Durante a licença maternidade mantém-se a plena contagem do tempo de serviço para efeito de férias, 13° salário e FGTS.

11 Após o retorno ao trabalho, o que a lei prevê quanto à necessidade de amamentação?
Para amamentação do próprio filho é assegurado à mulher durante a jornada de trabalho a concessão de dois descansos especiais de trinta minutos cada um.

12 Qual é a duração deste benefício?
A duração do benefício de intervalo para amamentação é da data do retorno ao trabalho até os seis meses de idade da criança, podendo ser dilatado quando o exigir a saúde do filho, a critério da autoridade competente.

13 A trabalhadora adquire estabilidade no emprego depois de confirmada a gravidez? E como funciona?
Desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto fica expressamente vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada gestante.

O Tribunal Superior do Trabalho entende que a confirmação da gravidez refere-se à confirmação biológica da gestação e não a confirmação pelo Empregador, ou seja, o desconhecimento pelo empregador do estado gravídico da empregada gestante não lhe retira o direito à garantia de emprego, conforme se infere da súmula No. 244 do TST.
Entretanto, o ideal é a empregada comunicar de forma documentada ao empregador seu estado gravídico a fim de evitar a ocorrência de dispensada imotivada fundamentado no eventual desconhecimento da gravidez.

14 A estabilidade vale mesmo durante o contrato de experiência?
A estabilidade gestante não se opera durante o contrato de experiência, pois este, por se tratar de modalidade de contrato por prazo determinado, já é previamente pactuado com data de término prevista.

15 Mães adotivas possuem licença-maternidade e como funcionam regras quanto ao tempo?
Mães adotivas possuem direito a licença maternidade, sendo que, no caso de adoção de criança até um ano de idade, a licença será de 120 dias; de 1 a 4 anos a licença será de 60 dias; de 4 a 8 anos será de 30 dias e, com mais de 8 anos, perde-se o direito a licença-maternidade.

16 O pai tem algum direito especial por conta do nascimento do bebe?
Aos pais empregados a lei assegura a licença paternidade que consiste no afastamento do trabalho durante cinco dias corridos, a contar da data do nascimento da criança; sem prejuízo do salário durante o período de afastamento.

Fonte:www.multiplos.com.br

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Liderança Feminina




Preparação e oportunidade são dois ingredientes fundamentais para uma carreira de sucesso. Neste caso, é bom observar o que está ocorrendo no mercado de trabalho, nas salas de treinamentos, nas universidades, nas organizações, nos cargos e resultados de concursos públicos. Veremos que todos estes ambientes têm um dado em comum: a forte e destacada atuação da mulher, participando ativamente, preparando-se e construindo oportunidades profissionais.

Talvez seja interessante aprofundar melhor este tema através de pesquisas e estudos sociológicos, pois está ficando cada vez mais claro que ocorre uma revolução silenciosa. Ao contrário dos movimentos anteriores das décadas de sessenta e setenta, com o chamado “movimento feminista”, e depois com a luta das mulheres por direitos iguais no trabalho e na vida social, esta “revolução” é diferente. Parece ser menos “barulhenta” e mais profunda, mas certamente de maior alcance social.

Recentemente, participando de um debate na faculdade Milton Campos, em Belo Horizonte, com estudantes de Direito, observamos que de um total de aproximadamente cinqüenta participantes, pelo menos quarenta eram mulheres. Há poucos dias, em visita a cursinho preparatório para concurso público, constatamos que as turmas são compostas majoritariamente por mulheres que, levando em conta os resultados de concursos anteriores, provavelmente será a maioria dos aprovados. Nos seminários e palestras que ministramos para profissionais liberais, ocorre a mesma coisa, destacadamente encontramos uma maior presença de mulheres.

Há algumas semanas publicamos um artigo no Consultor Jurídico e em diversos outros sites, onde mostramos que na advocacia, área profissional tradicionalmente dominada por homens, as mulheres já são 42,3% do total de advogados do Brasil e 50,5 % dos advogados com até cinco anos de formados. E, ainda, 34% dos cargos de comando nos setores jurídicos de grandes empresas são ocupados por mulheres, segundo pesquisa Stratégic

Compensation Survey, da consultoria Watson Wyatt de São Paulo, com 134 empresas que juntas empregam cerca de 450 mil pessoas.
Não é por acaso que o cargo de Diretora de Redação da revista VOCÊ S.A. é confiado a uma mulher, Juliana De Mari, em substituição à competente Maria Tereza Gomes, ou da revista VISÃO JURÍDICA, uma das mais importantes do meio jurídico, cujo cargo de Editor Responsável foi entregue recentemente a Thais Laporta. São apenas dois exemplos de publicações dirigidas por mulheres e que tem uma forte influência empresarial. Existe um diferencial na atuação da mulher, no meio corporativo, em relação aos homens que está fazendo toda a diferença.

Como consultor de marketing pessoal e gestão de carreiras, percebemos claramente o porquê deste movimento de ascensão das mulheres no mundo corporativo: preparação e oportunidade são os dois ingredientes básicos.

•Preparação significa o desenvolvimento das competências essenciais que diferenciam um profissional de sucesso daqueles medianos ou medíocres. Competências como: capacidade de auto motivação, bom humor, criatividade, capacidade de produzir conhecimento e liderança são algumas delas. E sem dúvida percebemos um maior nível de comprometimento das mulheres em desenvolver estas habilidades. Para constatar isto é preciso apenas observar o número de mulheres freqüentando cursos de treinamentos em relação aos homens.

•Oportunidade é a outra metade da fórmula para o sucesso, e certamente, esta outra metade está sendo melhor aproveitada pelas mulheres, pois elas têm demonstrado maior “pro-atividade” em relação à busca por uma ascensão profissional. As oportunidades não batem à nossa porta todos os dias, pelo contrário, temos que buscá-la, persegui-la de maneira persistente e disciplinada. E percebemos que persistência e disciplina são qualidades muito mais acentuadas no comportamento atual das mulheres do que nos homens.

Um exemplo simbólico é o da atual Senadora norte americana, a ex-primeira dama Hillary Clinton, uma das favoritas a assumir pela primeira vez a Presidência do país mais poderoso do mundo, os EUA. E também de tantas mulheres que estão assumindo a presidência das maiores corporações do planeta como a PepsiCo, que fatura 32,5 bilhões de dólares, dirigida por Indra K. Naooyi, de 50 anos; Brenda Barnes, 52 anos, Presidente da Sara Lee, que fatura 20 bilhões de dólares e Patrícia Woertz, 53 anos, Presidente da Archer Daniels Midland com faturamento anual de 32,6 bilhões de dólares.

Estas informações constam de matéria publicada na revista EXAME (Edição 875, agosto/2006), que informa ainda sobre o aumento da participação das mulheres nos conselhos de administração e na presidência das 500 maiores empresas americanas. Segundo a reportagem, de 1995 a 2005 houve um aumento de participação das mulheres no conselho de administração destas empresas de 10% para 15%.

Aqui no Brasil estamos tendo a honra de ter a Ministra Ellen Gracie Northfleet, Presidente do Supremo Tribunal Federal, como um fato simbólico de que as barreiras e o preconceito em relação à competência das mulheres assumirem posições de comando foram superadas.
Acredito que estamos diante não de um modismo, mas de uma tendência social irreversível. É provável que as próximas gerações de homens e mulheres, que começam a chegar ao mercado de trabalho, estarão disputando os espaços corporativos e as posições de comando, palmo a palmo, mais cedo do que se imagina.

Resta aos homens e também às corporações a humildade de tirar lições e ensinamentos deste movimento profissional feminino e equilibrar este jogo, pois se continuar desta forma será vencido, em futuro breve, pelas nossas eternas companheiras afetivas: as mulheres.

Em função desta realidade, ouso afirmar que teremos em breve, talvez em uma década, uma predominância de mulheres na liderança das organizações públicas e privadas, como resultado desta preparação profissional que estão envolvidas de uma maneira muito mais ostensiva do que os homens. Ao contrário do teor de outros movimentos sociais, este parece ter por finalidade não uma disputa de espaço com os homens, mas sim a busca da própria ascensão social da mulher enquanto indivíduo.

Fonte:www.biinternational.com.br

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Homens: Dicas de roupas para o trabalho

Sempre de grande dificuldade para os homens, a combinação de peças e composição de looks para diversas ocasiões causa dúvidas e, ocasionalmente, resulta em um visual inadequado, seja por exagero ou simplicidade, para os ambientes que eles frequentam.
Para o dia-a-dia, em escritórios e locais de trabalho, a preocupação com a aparência deve ser redobrada, já que esses espaços costumam ser bastante competitivos; pequenos detalhes, como o seu guarda-roupa, podem fazer a diferença na sua segurança e na maneira como é visto pelos colegas e diretores da empresa.

Diante disso, o homem deve se vestir de maneira adequada levando em conta o horário de seu serviço, local e tipo de atividade que exerce. Outro ponto fundamental para o sucesso de suas produções, é analisar a maneira que os demais empregados se vestem para que exista uma certa harmonia, e você não corra o risco de pecar por exageros em luxo ou falta dele.
Assim, temos dois casos diferentes no qual seu ambiente corporativo deve se enquadrar: aqueles que exigem trajes formais e os mais casuais, que dispensam tamanha suntuosidade.

Para os ambientes formais, a peça-chave do guarda-roupa masculino é o terno. Apesar de, para você, parecer ainda mais difícil se vestir com trajes sociais todos os dias para trabalhar, a sua situação é bem mais simples do que você imagina, já que seu look básico se torna praticamente um uniforme.
No que diz respeito às peças de roupa que você deve ter suas opções são limitadas à escolha de cores, pois suas produções são formadas pela combinação de calça social, camisa e paletó. O grande diferencial e que dará um toque pessoal ao seu look fica por conta da gravata.

Em seu acervo, é aconselhável que tenha ternos em cores sóbrias e que tenha, pelo menos, três costumes (nome dado à dupla calça e paletó): um em tons escuros com risca-de-giz, um em marinho e o outro em cinza. O cinza e as cores claras devem ser usados, de preferência, nos dias mais quentes de verão.

Para as cores de camisa o ideal é que tenha duas na cor branca, uma com listras discretas e outras duas lisas em cores diferentes como o azul, amarelo ou rosa. Para os pés, os sapatos devem ser pretos ou marrons e procure atentar quanto à combinação deste com a meia. Opte, sempre que possível, pelo uso de cintos de couro e quando for comprá-los verifique se são costurados em ambos os lados, já que os colados têm uma vida útil muito curta.

Em dias mais frios, uma malha de algodão em gola “V” é indispensável! Cores neutras como o bege são as mais indicadas. Seu bom senso é exigido, principalmente, ao finalizar a coordenação das peças; quando você deve saber como combinar a gravata. Se você não tem muita prática ou não se sente confiante para combinar diferentes tons, opte sempre pela simplicidade e elegância do preto e branco; com esses poucos itens você pode se vestir bem em todos os dias da semana no seu trabalho.

Caso o ambiente em que trabalhe seja mais informal, você deve investir em looks casuais, mas que revelem bom gosto e discrição. É importante salientar que mesmo mais descontraídas, as regras de moda para esses escritórios não são as mesmas das que regem os seus passeios de final de semana, portanto, bermudas e camisas de time de futebol são proibidas para a sua rotina no serviço.

Uma dica importante é que antes de se vestir, você confira em sua agenda os compromissos para aquele dia. Caso tenha uma reunião ou encontro com funcionários de outra empresa onde o traje formal seja exigido, o melhor a ser feito é investir em um look mais elaborado com ternos ou costumes também.

Feito isso, se as suas atividades forem normais, você pode escolher as roupas como de costume. As combinações clássicas informais mais indicadas para a rotina na empresa envolvem calças jeans, blazers, jaquetas, sapatênis, camisas e camisetas pólo.

Calças claras em sarja, nos tons cáqui e bege, sempre caem bem com camisas coloridas ou listradas. Evite usar camisetas estampadas, a não ser que você seja estagiário ou bastante jovem e trabalhe em uma atividade mais descontraída.

Não tenha medo de repetir; desde que você saiba coordenar diferentes peças para criar visuais diversos uma mesma peça mais básica, como uma calça, pode ser usada até três vezes na mesma semana.

Assim, com poucas peças você pode estar sempre bem vestido; basta saber escolhê-las nas lojas, tendo sempre em mente que elas serão usadas frequentemente no trabalho. Quanto mais discretas e básicas elas forem, maiores as possibilidades de repetição e combinação que elas permitem. Opte sempre por roupas que tenham um bom corte e caimento; o segredo do sucesso para a moda no trabalho é adequação e bom censo!

Fonte: portaisdamoda

BEM-VESTIDA NO TRABALHO

A roupa que você usa pode ajudar a passar a imagem certa no escritório. Nem sempre o que está na moda é o mais apropriado. A roupa para trabalhar deve ser apresentável, confortável e se adequar ao ambiente da empresa, mas algumas regras valem para todos os tipos de emprego. Veja alguns exemplos.



Vestidos

Nenhum trabalho pede a imagem sedutora, mas ambientes informais permitem o uso de vestidos curtos. A melhor maneira de usá-los é com a modelagem soltinha ou combiná-los com calça skinny ou meia-calça grossa. Fendas e decotes devem ser deixados para o fim de semana. Se quiser usar alcinha, prefira as mais grossas.



Calças

Preste atenção nos detalhes e evite aparência desleixada. Em geral, a barra deve tocar o meio do salto. Barras desfiadas e dobradas não são elegantes, mas são aceitáveis em ambientes casuais. Se você tem quadris largos, evite usar peças muito apertadas, que vão realçar seu ponto fraco. A costura lateral deve ficar reta. Se for o preciso, compre um número maior e aperte o cós. Para não correr o risco de ficar com o cofrinho aparecendo no refeitório da empresa, evite os modelos com cintura muito baixa.




Saias

Na hora de comprar, experimente sentar para ver o quanto a saia vai subir, principalmente as retas e lápis. Saias longas estão na moda, mas não são funcionais. Quem trabalha na rua deve optar por modelos evasês e godês, que dão mais liberdade de movimento.




Blusas

Tops não são a melhor roupa para trabalhar, pois deixam o corpo muito à mostra. Barriga de fora também não vai bem, a menos que você trabalhe na praia ou numa academia de ginástica. Cuidado com a transparência e com a alça do sutiã. Ela nunca deve aparecer. Na dúvida, camisas brancas vão a qualquer ambiente. Use-as com broches, lenços, camisetas ou aposte em mangas bufantes.


Acessórios

Os grandes e barulhentos demais podem atrapalhar seus movimentos e irritar os colegas de trabalho. Em uma reunião, eles podem chamar mais atenção que suas idéias. Melhor apostar em um relógio vistoso, colares, echarpes e cachecóis coloridos, que vão bem a todos os tipos de emprego. Bolsas grandes são as mais indicadas, pois deixam as suas mãos livres. Quanto mais sério o ambiente for, mais estruturada a bolsa deve ser.




Sapatos

Ambientes formais pedem salto alto, mas confortáveis. Ninguém consegue trabalhar direito com um sapato muito apertado. Os modelos coloridos e elaborados são ótimos para valorizar looks neutros. Quem trabalha na rua pode usar sapatilhas e tênis de couro ou metalizados.

Fonte: manequim.abril.com.br

Construção civil paga os maiores salários para os executivos, aponta pesquisa




Em seguida aparecem o setor de Mineração e Metalurgia, com média salarial de R$ 32.174, e Bens de Consumo, com R$ 29.928

Os executivos da construção civil são os profissionais que recebem as remunerações mais altas na comparação com outros oito setores. Segundo um levantamento realizado pela Mercer, a média salarial é de R$ 34.237.

Em seguida, aparecem o setor de Mineração e Metalurgia, com R$ 32.174, e Bens de Consumo, com R$ 29.928. Já a menor média foi registrada no setor de Autopeças e Automotivo, com R$ 23.559. A pesquisa indica que a média geral é de R$ 28.695.

A remuneração direta está relacionada ao salário-base e ao pagamento de bônus. No caso dos executivos da Construção e Mineração, o pagamento variável representa 27% e 32% do valor total, respectivamente.

Profissionais táticos e analistas

Na análise das remunerações dos gerentes e coordenadores, a Construção Civil é destaque novamente, com média de R$ 12.009, enquanto o setor Farmacêutico paga, em média, R$ 11.944 e o Químico, R$ 11.705.

A remuneração média mais baixa foi apresentada no setor de Auto, com R$ 9.929. Esse valor está abaixo da média geral dos oito setores analisados, que é de R$ 10.683.

Em relação à remuneração paga aos analistas, técnicos e assistentes, os dados indicam que a média é de R$ 3.788. O maior valor foi registrado no setor de Farmacêutico (R$ 4.863) e o menor em Bens de Consumo (R$ 3.168).

Aumento salarial

As empresas entrevistadas afirmaram ainda que houve aumento salarial em todos níveis hierárquicos analisados. Os profissionais não executivos tiveram alta de 6,9% no salário, enquanto para os executivos o aumento foi de 6,7%. Já nos cargos operacionais, o aumento foi de 6,6%.

Para o próximo ano, a expectativa é de aumento de 7,3% nos salários dos executivos. Para os não executivos e operacionais, a previsão é de alta de 7,4% e 6,7%, respectivamente.

Sobre a pesquisa

O estudo foi realizado em maio deste ano e teve a participação de 344 empresas.

Fonte: http://www.adminstradores.com.br/

Liderança: como desafiar sua equipe a encontrar soluções?

Liderança, ao contrário do que comumente se imagina, não significa alguns tomarem mais decisões do que outros e que ser líder é um cargo

Se você ainda acredita que é preciso ter chefes para dar instruções aos funcionários, ou departamentos para poder gerenciar a organização, assim como objetivos para que todos saibam o que devem fazer, informações de antemão para poder decidir, metas para poder controlar o desempenho, estímulos para motivar e hierarquia para definir responsabilidades chegou a hora de repensar seus conceitos. Vivemos no século XXI e muito além das teorias de cem anos atrás, aprendidas em universidades.

Liderança é um tema que desafia constantemente os pensadores de gestão a elaborar extensas listas de qualidades do "executivo ideal" ou do "líder ideal". Na maioria dos casos, essas listas não passam de coletâneas de idéias utópicas e tediosas. As organizações não precisam de seres humanos melhores ou de patriarcas mais perfeitos, mas, necessitam de modelos de direção que estejam à altura de nosso tempo, nos quais pessoas comuns possam tomar decisões assumindo responsabilidade própria e desenvolver suas qualidades de liderança.

Como, porém, se constrói tal modelo de direção que corresponda à nossa época e seja coerente?
Em primeiro lugar, é necessário dar-se conta de que não avançaremos com padrões de comportamento clássicos, com otimização de processos e novas ferramentas. O que se precisa – ao menos na maioria das organizações – é de uma mudança de paradigma, uma visão clara de um "outro" princípio de funcionamento.
Uma boa liderança cria um ambiente em que todos são energizados. Isso, porém, não acontece a partir de uma ameaça, do medo da punição ou da promessa de prêmios e sim do desejo de dar uma contribuição positiva. Liderança, ao contrário do que comumente se imagina, não significa alguns tomarem mais decisões do que outros e que ser líder é um cargo. Significa disciplinar a si mesmo e deixar que outras pessoas tomem também decisões. Além disso, exige modéstia e uma autocompreensão de que se está a serviço dos outros.

William Edward Deming, reconhecido pela melhoria dos processos produtivos nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, afirmou certa vez que a tarefa do líder é afastar o medo da organização, de modo que os funcionários sejam encorajados a tomar decisões de maneira autônoma. É provável que poucos integrantes de alta direção, gestores de empresas e proprietários sigam esse pensamento e coloquem a luta contra o medo em suas prioridades diárias e consigam, até agora, imaginar a possibilidade de abrir mão de poder e descentralizar maciçamente as decisões.

Herb Kelleher, ex CEO da Southwest Airlines e responsável direto por instituir um estilo de liderança para a geração de equipes autônomas e de alto desempenho, disse em entrevista a HSM de março/abril 2010 que "apesar de todas as dificuldades que as companhias aéreas atravessaram nos últimos 30 anos, a Southwest Airlines não demitiu funcionários, alcançou os maiores índices de satisfação de clientes e bateu recordes na bolsa de valores". Como fazer isso? Kelleher explicou que existe um enfoque humanista no tratamento dos funcionários. A empresa os valoriza como indivíduos e não apenas como trabalhadores.

Empregadores, observem seus funcionários ou colaboradores. O que você vê? Custos? Resistência? Oportunismo? Desânimo? Você vê pessoas que precisam ser conduzidas com rédea curta e controladas por meio de inspeção, estímulos e sansões porque não se pode confiar nelas? Ou você vê seres humanos inteligentes, motivados e dignos de confiança?

Aqui fica um desafio aos líderes. Perguntem a si mesmos:

1 - São os objetivos financeiros e os de desempenho, ou, então, as relações entre as pessoas e o mercado e seus padrões de trabalho e de pensamentos em conjunto que produzem os resultados aos quais damos valor?
2 - Não são as relações e os processos que moldam a capacidade da organização de aprender, de responder rapidamente ao mercado atendendo aos fatores críticos de sucesso e de criar o conhecimento necessário para seu desempenho de longo prazo?


Fonte: http://www.administradores.com.br/