domingo, 3 de outubro de 2010

Profissões do futuro




As profissões mais "quentes" do futuro

Engenheiro de tecidos – Com a pele sintética já no mercado e a cartilagem artificial em desenvolvimento, daqui a 25 anos os cientistas serão capazes de produzir um pâncreas a partir de matéria inerte. Os pesquisadores já conseguiram desenvolver novos intestinos dentro da cavidade abdominal de animais, e estão concentrados em criar tecidos para fígados, corações e rins a partir de clones.

Programador de genes – O mapeamento digital do genoma (cada conjunto de genes que definem certas características físicas dos seres humanos) permitirá aos médicos criar receitas personalizadas, e até alterar genes individuais apenas modificando linhas de código no computador. Depois de pesquisar eventuais falhas de DNA, o médico utilizará terapia de genes e moléculas "inteligentes" para prevenir uma variedade de doenças, inclusive certos tipos de câncer.

Ciber-fazendeiro – Os agricultores e fazendeiros do futuro vão plantar produtos e criar animais que tenham sido geneticamente desenvolvidos para produzir proteínas terapêuticas. Trabalhos já em andamento incluem tomates com vacinas, e leite medicinal obtido diretamente de vacas, ovelhas e cabras.

Monitor de alimentos – Com a genética, será possível definir o tamanho dos peixes para render mais carne, ou desenvolver frutas que mantenham as características de produtos frescos mesmo quando guardadas em freezers. Para impedir que a cadeia alimentar se rompa, existirão os monitores de alimentos, que trabalharão para evitar genes que funcionam como cavalos de Tróia, ou para desenvolver moléculas caçadoras que eliminem espécies transgênicas que fujam do controle.

Garimpeiro de dados – Quando o volume dos bancos de dados ficar tão grande que não exista mais como gerenciar esses dados, os gurus da pesquisa estarão a postos para extrair informações utilizáveis dessa montanha de dados, apontando padrões de comportamento que poderão ser utilizados tanto por profissionais de marketing como por epidemiologistas.

Especialista de manutenção on line – Se você ainda não aprendeu a programar seu vídeo-cassete ou ainda tem problemas em ligar o DVD novinho em folha, possivelmente terá ainda mais dificuldades em fazer funcionar a sua TV holográfica em três dimensões que estará disponível em breve. Diagnósticos remotos poderão ser oferecidos pelo sistema de atendimento das empresas que produzem os aparelhos domésticos, mas ainda serão necessários os especialistas em manutenção, que certamente atenderão pelo vídeo-fone ou pelo sistema clique-e-fale dos computadores.

Ator de realidade virtual – Os programas de televisão serão feitos a partir da interação dos telespectadores, e os atores de ciber-novelas desempenharão papéis de acordo com a vontade dos telespectadores. A profissão de roteiristas para esse tipo de programas também estará em alta.

Publicitários para segmentos – A publicidade está cada dia mais se segmentando, trabalhando com anúncios dirigidos para grupos específicos. Os comerciais vão ser produzidos de modo a praticamente capturar a atenção do telespectador com o uso de aromas e sabores, remetendo a mensagem diretamente para o cérebro do cliente.

Engenheiros do conhecimento – Pesquisadores de inteligência artificial transformarão as especialidades e talentos de uma pessoa em softwares.

Festa: Amigo secreto da empresa

E o amigo secreto?

"Não é obrigatório participar do amigo secreto da empresa, mas se resolver fazer parte da troca de presentes entre no espírito da brincadeira e não esqueça de comprar o que o seu amigo-secreto pediu", diz a consultora Célia Leão.







 





Vejas algumas dicas:
•Procure não dar nada pessoal demais (a não ser que realmente conheça o gosto da pessoa ou que ela tenha pedido algo específico). Na lista dos "muito pessoais" estão: perfumes, maquiagem, e roupas íntimas.
•Se por acaso você tirar seu chefe não tente ostentar comprando coisas caras demais (pode parecer que você está "puxando o saco" dele). Tente se manter dentro dos valores estabelecidos antes da brincadeira.
•O CD se transformou em uma espécie de "presente para todos os gostos". Principalmente depois que algumas lojas inventaram o vale-cd, onde a pessoa pode escolher depois seu artista favorito!
•Livros também são uma boa pedida, mas tente se manter longe daqueles profissionais, que tenham muito a ver com o trabalho da pessoa


Festa da empresa: com que roupa eu vou ?

Se você deseja continuar na empresa no próximo ano, tome cuidado com algumas situações:

1)Quando o convite for feito, lembre-se de agradecer!

2)Normalmente as mulheres já começam a pensar em algo mirabolante para vestir, os homens acabam vendo a roupa no dia da festa mesmo, porém há exceções, sempre. Enfim, é interessante pensar em alguma roupa antes do dia sim, para evitar atrasos, ou preocupações de última hora.





MULHERES: A roupa vai depender sempre de onde essa festa ocorrerá. Caso seja um jantar informal (o que acontece na maioria das vezes), procure um vestidinho com algum tipo de brilho discreto, paetês são interessantes; se você adora sua calça jeans, pois bem, procure uma mais sequinha para combinar com uma blusinha de cor lisa com algum tipo de brilho, ou estampa discreta ou o contrário, uma calça com alguns detalhes diferenciados e uma blusinha mais “sequinha”, tudo obviamente, sem grandes exageros. Nesse momento um calçado confortável e bonito complementa qualquer look.
Caso a festa seja mais formal (o que já é mais difícil de acontecer) é possível que já deixem claro o traje também; para mulheres o que não falha é um vestidinho preto, tubinho ou até arriscar um com decote coração, que está na última moda!
Mas se a sua festa de confraternização é do tipo “churrasquinho com os amigos” a regra é sentir-se totalmente confortável. Mas não confunda confortável com um micro shorts ou uma micro saia e aquela blusinha curtíssima. Não se esqueça que apesar de ser uma comemoração com o pessoal da empresa, o bom gosto sempre vai imperar, portanto, uma bermudinha acima dos joelhos bem justinha e uma batinha bem fresquinha ficaria muito bem. Nos pé, uma sandália com um saltinho chanel ficaria ótimo!
Não tente criar um novo estilo bem no dia da festinha, apesar das dicas, você deve se vestir, olhar no espelho e enxergar você mesma, com tudo no lugar. Se você olhar e achar que talvez algo tenha ficado esquisito, troque, porque possivelmente seu sexto sentido está te alertando.





HOMENS: Os homens são práticos, portanto vamos ser práticos aqui também:
Para ocasiões informais: nada melhor do que uma camisa social (manga curta ou até mesmo a manga 3/ 4, tipo camisete), uma calça jeans mais sequinha também, sem tantos detalhes e um sapatênis. Pronto ! Você estará apresentável!
Para ocasiões formais: como no caso das mulheres, normalmente o traja já é pré definido, mas caso você não saiba o que vestir, pode optar pelas calças sociais, camisas manga curta, ou manga longa se for necessário algum blazer; daí, lembre-se dos sapatos sociais.
Para ocasiões do “churrasquinho com amigos”: uma bermuda em denim (na altura dos joelhos), sandálias moderninhas e uma camiseta fresquinha seria uma boa opção.

3)Depois de definir a roupa, lembre-se que no dia é melhor você não se juntar com os amigos para comentar a roupa dos demais.

4)Cuidado com o que você fala! Ainda mais em um lugar onde temos amigos e colegas de trabalho, muitas pessoas podem ouvir o que você diz, e entender de outra maneira, por isso, evite comentários sobre a empresa em si, os patrões, as dificuldades que encontraram durante o ano e similares.

5)Seja educado, converse, cumprimente, afinal, nunca se sabe quando chances de subir de cargo ou melhorar no serviço podem aparecer.

6)Cuidado com palavrões, isso realmente pode acabar com qualquer visual ou idéia sobre a sua pessoa!

7)Danças sensuais também não pegam bem!

8)Beba moderadamente para não correr o risco de vexames!

9)Caso possa levar alguma acompanhante, leve quem saiba se comportar.

10)E por último, Aproveite!!! Pode parecer que todas essas dicas sejam difíceis de lembrar, mas no momento em que você estiver aproveitando a festa tenho certeza de que lembrará e conseguirá curtir tudo na elegância!

Fonte: portais da moda

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Comunicação no Ambiente de Trabalho




No contexto de uma organização, cada pessoa precisa avaliar seu relacionamento com os funcionários de diferentes setores da companhia. Saber lidar com a gerência, a diretoria e os mais diversos departamentos, muitas vezes envolvendo fornecedores e parceiros. Ser um profissional pró-ativo, comunicativo e perspicaz vai ajudar a evitar os sete pecados capitais ao se comunicar no trabalho. Eles foram inspirados em alguns dos pecados bíblicos. Vindo do latim peccátu, é o sentido de errar ou não atingir um alvo, ideal ou padrão. Classificados por São Tomás de Aquino (1225-1274), os mais conhecidos são: gula, luxúria, avareza, ira, inveja, soberba, vaidade, preguiça, mentira, arrogância, calúnia, adultério, roubo, orgulho, ódio. Durante séculos as religiões e a sociedade discutiram sobre os pecados. Se durante a idade média o indivíduo era condenado ao cometer uma falha, hoje em dia o ser humano é visto como multidimensional e em constante evolução. Todos cometem erros, porém, o que não devemos é permanecer neles. Na vida moderna, parte do avanço conquistado vêm do aprendizado proporcionado pelas vivências e treinamentos corporativos. Durante a carreira profissional e mesmo no decorrer da vida, é essencial observar quais os pecados de comunicação são cometidos e o que fazer para evitá-los:

- Apatia: ela reflete o desconhecimento das características do público-alvo. De nada adianta ter o domínio da forma e do conteúdo se a fala é sem “alma”, sem sensibilidade e sem conexão com a audiência. O contrário da apatia é a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o seu nível sócio-cultural, temperamento e momento psicológico. Ser empático é ser generoso com o outro, ao contrário da avareza, o querer tudo para si. Com a voz serena, mas firme, pode-se articular palavras com calma, confiança, polidez e respeitabilidade, tornando a comunicação atraente.

- Insegurança: a falta de informação, de conhecimento sobre uma situação ou um tema, pouco ou nenhum conteúdo evidenciam a ausência de assertividade. Pessoas inseguras geralmente se comportam de maneira agressiva, para causarem medo e intimidação. Expressa autoridade com rispidez. Essa imposição encobre o receio das suas próprias fragilidades. Ser assertivo é ter autoconhecimento. Quem se conhece verdadeiramente pode se observar “de fora”. Possui uma consciência de si tão sensível que pode observar a própria atuação durante as relações interpessoais. Detém o controle de seus atos, seus gestos e suas palavras. A comunicação interpessoal é o reflexo da comunicação intrapessoal. Ao dominar as ações e o discurso, cultiva-se o equilíbrio interior, e certamente os reflexos na comunicação interpessoal serão positivos. Uma pessoa assertiva quer defender seus direitos e idéias e, ao mesmo tempo, procura aceitar os dos demais. Ela é firme, é confiante, é respeitosa, é ponderada, é, afinal, controlada. Quem mantém um comportamento assertivo é alguém emocionalmente inteligente e maduro e com certeza tem um destino destacado no futuro: o sucesso.

- Impaciência: um dos grandes obstáculos ao aprendizado e à boa convivência. Pouca clareza e nenhuma empatia tornam a comunicação quase que uma obrigação ao invés de ser uma ação prazerosa e envolvente. Quando se é impaciente, sobra pouco ou quase nada a ensinar e não há espaço para a observação e o intercâmbio de informações. Uma postura sábia requer dar o tempo de maturação necessário aos acontecimentos e também tomar decisões firmes de forma serena, sem atropelos. No contexto corporativo, os profissionais – que são, sobretudo, seres humanos, com todas as suas imperfeições, complexidades, singularidades intrínsecas – se inserem em uma dinâmica empresarial e têm de lidar com conflitos provocados pelo atrito de suas diferenças. Ninguém é melhor do que ninguém a priori: só é possível avaliar uma proposta ou uma opinião como “a melhor”, mais adequada, mais oportuna, com base no diálogo, na argumentação sólida e na consideração e respeito pelos outros.

- Incoerência: Discrepância, falta de lógica, inconseqüência. É a diferença entre falar, defender uma idéia, valores ou posição e não seguir os discursos e as idéias apregoados. Durante uma exposição, não encadear os assuntos dando uma seqüência pertinente e complementar, defendendo um ponto de vista para em outro momento contradizê-lo. Esse comportamento desperta desconfiança e descrédito, pois as pessoas acreditam que a qualquer momento o incoerente poderá mudar de lado e até terá uma justificativa, sem se importar com os desdobramentos das suas atitudes.

- Prolixidade: ser excessivamente longo, cansativo e entediante numa conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação. Geralmente o prolixo não reconhece que sua expressão é confusa, cheias de palavras repetidas ou sem um significado importante e que os ouvintes não prestam a atenção justamente pela falta de objetividade. Assim como uma orquestra, uma apresentação ou reunião necessita de um maestro, um profissional que lidere o grupo, alinhe e sintonize os interesses em questão, afine os instrumentos, balize o timing da equipe, amenize ou elimine os ruídos e dissonâncias desnecessárias, potencialize o som dos solistas mais talentosos e interessantes, enfim, dê o ritmo e o tom do que está na “partitura musical”.

- Ignorância: falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinado tema, ou mesmo acreditar em algo falso, não tendo discernimento. Saber que existe mais conhecimento e profundidade num assunto, porém, não buscar isso. Fazer pouco caso da importância do saber, e agir como se não precisasse do outro. Quando se trata de um líder, os conflitos e as diferenças motivados pela desinformação e ignorância precisam ser encarados e resolvidos, afinal, não se pode simplesmente ignorá-los. Saber lidar com os conflitos e administrar as diferenças, usando uma comunicação equilibrada, pode enriquecer a pluralidade da empresa, ampliando seus horizontes e a sua visão de mundo.

- Arrogância: caracteriza a falta de humildade. Alguém que não deseja ouvir os outros, aprender algo que não saiba ou estar no mesmo nível do seu próximo. A soberba, a altivez, o orgulho exagerado, a vaidade em excesso em relação ao que sabe ou ao sucesso que desfruta completam esse pecado. Segundo o cristianismo, um dos sete pecados capitais é a soberba, que por sua vez inclui a vaidade e a arrogância. Mas ser arrogante pode também significar coragem, o assumir o seu ponto de vista, a personalidade ou a identidade. Contraposta, a humildade é uma das qualidades mais difíceis de exercer. Porém, humilde não significa ser fraco perante a posição que se ocupa no trabalho ou no mundo. Pode-se nascer com tendências à virtude da humildade, como também trabalhar para adquirir esse comportamento. É saber ouvir, ser firme sem passar por cima do outro, é ser reverente e ter o conhecimento exato do que não se é. É viver sem ilusões. Alegria, serenidade e paz são os frutos colhidos.

Se comunicar bem, promover o bem-estar e atingir os objetivos estabelecidos para si mesmo nos âmbitos da vida pessoal e profissional são qualidades desejadas pelas empresas inteligentes. Um time inovador e vencedor só sobrevive porque alinha firmemente a comunicação pessoal e a mercadológica. Inúmeras são as pesquisas a apontar o porquê das empresas e instituições se destacarem, embora enfrentem acirrada concorrência. E a resposta está no Treinamento e Desenvolvimento. No Brasil, dados de 2007 da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento, a ABTD, indicam que 4% do orçamento das maiores empresas nacionais são destinados a T & D. De 476 empresas pesquisadas, o número médio de horas anuais de treinamento são 47, nos colocando entre as maiores médias mundiais. Os programas de Desenvolvimento de Lideranças ocupam o primeiro lugar nos investimentos, seguidos aos temas “Trabalho em equipe”, “Gestão de pessoas”,“Negociação”e “Atendimento ao cliente”. Como se pode observar, em todos eles o domínio da boa comunicação se faz necessário.

Fonte:blog.passadori.com.br

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Dicas para montar um plano de carreira




Antes de voltar à ativa, no começo de um novo ano no trabalho, aproveite para fazer uma reflexão do seu desempenho e planejar metas para o próximo ano. "A maioria das empresas encerrem seu ano fiscal no último mês do ano e isso faz com que os profissionais também fechem para balanço para planejar o próximo ano", afirmou Fernando Montero da Costa, consultor de RH e Diretor de Operações da Human Brasil.

Tendo objetivos claros, fica mais fácil lidar com metas, imprevistos ou outras situações que podem surgir ao longo do ano. Ajuda também a avaliar se é hora de pedir mais benefícios na empresa, sejam financeiros ou novas oportunidades, que podem aumentar a experiência na sua carreira. "Tentar entender as falhas técnicas atuais e comportamentais certamente darão vantagem competitiva ao profissional, além de energia direcionada para os propósitos da empresa e foco certeiro desde o início do ano", afirmou a consultora Andrea Piscitelli, professsora da Pós-Graduação da FAAP, em São Paulo. Confira 6 dicas para potencializar a avaliação de sua carreira:

1) Quando fazer a avaliação
O final do ano é uma excelente época para fazer uma análise mais completa dos sucessos e insucessos, dos desafios que superou e daqueles que poderia ter enfrentado com mais racionalidade e estratégia. "Sempre recomendo para os profissionais que se interessam pela gestão de suas carreiras aproveitar esta época do ano e, além de fazer um plano anual de metas globais da organização, criar também um plano de metas qualitativas do seu perfil", disse Andrea. Vale lembrar de que isso não serve para nada se não tiver continuidade com monitoramento e autoavaliação constantes.

2) O que avaliar
Importante refletir sobre o que já conseguiu ou não na carreira, como foi o desempenho em relação às metas da empresa, e se foi recompensado ou reconhecido por isso. E se a empresa ultrapassou as metas, quais serão os próximos desafios para o próximo ano. A consultora Andrea Piscitelli criou um roteiro de perguntas:

- Quais são as melhores habilidades técnicas que possuo e como posso sustentá-las durante o ano e até multiplicá-las em meu time? - Quais são as habilidades técnicas e comportamentais que a organização vai precisar que eu alavanque para maximizar os resultados atuais da minha área? - Que tipo de comportamentos atuais me credenciam a ter vantagem competitiva? - Que tipo de comportamentos atuais me limitam a assumir novos e maiores desafios?

3) Como definir metas
A partir de todas estas perguntas respondidas, faça um plano de ação detalhado com a ajuda de um coach/mentor que você confie (dentro da organização) ou até mesmo - dependendo do nível de complexidade dos seus desafios - de um coach externo.

A melhor maneira é pedir que superiores, pares, subordinados e parceiros falem sobre sua atuação na empresa. "Para verificar e estabelecer metas é bom ter uma conversa franca com chefes ou pedir ajuda ao departamento de recursos humanos para alinhar expectativas", afirmou Costa. "O ideal é você ter em mãos os objetivos globais da organização, como metas de crescimento, desafios do cenário, oportunidades e pontos de atenção. Desta forma faça um cruzamento destas metas com todos os itens que envolvem uma co-responsabilidade sua na obtenção de cada uma delas. Não tem erro: é uma preparação para se tornar um membro essencial do time", disse Andrea.

4) O que pleitear
Segundo o consultor, se a avaliação for positiva, o profissional, mais do que pleitear aumento de salário, deve se certificar sobre perspectivas de desenvolvimento, o quanto terá de retorno em valorização, reconhecimento e formação. E também não apenas enxergar oportunidades de crescimento hierárquico. "Internamente, avalie o que pode fazer, se há oportunidades de crescimento horizontal, a fim de ampliar seu rol de conhecimento e abranger mais competências. Está cada vez mais comum o cruzamento de funções, e um profissional pode ser dono de um projeto e chefiar uma equipe que não seja a sua", afirmou Costa.

5) Partindo para outra
Quando não há congruência entre o que o profissional deseja e acredita e o que prega a empresa, é melhor buscar oportunidade numa organização que esteja alinhada com seus propósitos pessoais e de carreira também. "Faça você uma busca da organização que te atrai e seja suficientemente ousado para buscar contatos destas empresas em sua rede de relacionamentos e enviar seu perfil às pessoas certas! Hoje em dia a internet é o melhor meio de buscar as oportunidades do mercado sem necessariamente recorrer a uma empresa que cobre por isso", afirmou Andrea. Fernando Costa recomenda ainda reativar a rede de relacionamento, atualizar currículo, buscar oportunidades em sites ou em redes sociais e informar sobre sua disponibilidade. Antes, porém, Costa recomenda fazer uma pesquisa para checar se seu salário está equiparado à mesma função em outras empresas.

6) Recorrendo a um coach externo
Uma situação que pede um aconselhamento externo é se existe a sensação de estagnação, não na carreira, mas sim nos desafios que recebe, e se o profissional não consegue enxergar o nível de responsabilidade para reverter esse quadro. "Muitos profissionais reclamam do cenário de suas empresas, de seus chefes, da falta de relevância que ele sente em seu trabalho diário, mas sequer analisam o que disto tudo lhe compete. Portanto, um coach vai ajudar de maneira assertiva a enxergar o cenário de seu desempenho atual sem nenhuma miopia e traçar opções de caminhos eficazes que alavanquem sua carreira", afirmou Andrea Piscitelli. No entanto, Fernando recomenda ter definido seu plano de carreira e já ter experiência na área por um mínino de três a cinco anos para recorrer a um coach. "Caso contrário, pode ser desperdício de dinheiro."

LICENÇA MATERNIDADE 180 DIAS




A licença maternidade pelo período de 180 dias, antes da Lei 11.770 de 09 de setembro de 2008 ser sancionada, já vinha sendo aplicada em algumas cidades e estados, os quais estabeleciam tal período através da aprovação de leis estaduais ou municipais.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) vários Estados já haviam aprovado leis que estendiam às servidoras públicas o período de licença maternidade para 180 dias.

Há também vários municípios que já haviam aprovado leis que estendiam este benefício, mas que também só atingiam as servidoras públicas das respectivas cidades, ou seja, este benefício não se estendia aos trabalhadores sob o regime CLT. Veja a lista completa dos estados e municípios publicados no sítio da SBP clicando aqui.

Além da ampliação da licença maternidade, há cidades e estados que também ampliaram a licença paternidade de 5 dias (previstos na Constituição Federal) para 10 dias, o que vale também somente para os servidores públicos.

LICENÇA MATERNIDADE - SETOR PRIVADO (REGIME CLT)

No âmbito Federal o projeto de lei (PL 2.513/07) que criava o Programa Empresa Cidadã, foi convertido na Lei 11.770 de 09 de setembro de 2008, aprovada pelo Presidente da República, a qual prevê incentivo fiscal para as empresas do setor privado que aderirem à prorrogação da licença maternidade de 120 dias para 180 dias.

Dados da Sociedade Brasileira de Pediatria apontam que a amamentação regular, por seis meses, reduz 17 vezes as chances de a criança contrair pneumonia, 5,4 vezes a possibilidade de anemia e 2,5 vezes a ameaça de crises de diarréia.
Conforme estabelece a nova lei, as empregadas das empresas privadas que aderirem ao Programa - inclusive as mães adotivas (de forma proporcional) - terão o direito de requerer a ampliação do benefício, devendo fazê-lo até o final do primeiro mês após o parto.

Já para o empregador que aderir voluntariamente ao Programa, mediante requerimento dirigido à Secretaria da Receita Federal do Brasil, este benefício será estendido automaticamente à todas as empregadas da empresa. Neste caso, não há necessidade de a empregada fazer o requerimento.

A lei prevê que durante a prorrogação da licença-maternidade a empregada terá direito à remuneração integral. Os dois meses adicionais de licença serão concedidos imediatamente após o período de 120 dias previsto na Constituição.
No período de prorrogação da licença a empregada não poderá exercer qualquer atividade remunerada e a criança não poderá ser mantida em creche ou organização similar, já que tais situações estariam contra o objetivo do programa.

VALIDADE A PARTIR DE 2010 - RESPONSABILIDADE FISCAL

A lei foi sancionada em 09.09.08, mas conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/00), o Executivo precisava analisar o impacto fiscal da renúncia dos impostos que deixariam de ser recolhidos por parte das empresas e regulamentar através de decreto.

A regulamentação da Lei 11.770/2008 ocorreu no final de dezembro de 2009 por meio do Decreto 7.052 de 23 de dezembro de 2009, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2010.
O decreto prevê ainda que a empregada que esteja em gozo de salário-maternidade na data de sua publicação poderá solicitar a prorrogação da licença, desde que requeira no prazo de até 30 (trinta) dias.

Pela lei os quatro primeiros meses de licença-maternidade continuarão sendo pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os salários dos dois meses a mais serão pagos pelo empregador.
A pessoa jurídica tributada com base no lucro real poderá deduzir do imposto devido, em cada período de apuração, o total da remuneração integral da empregada pago nos 60 (sessenta) dias de prorrogação de sua licença-maternidade, vedada a dedução como despesa operacional.

DIREITO COMPARADO - LICENÇA-MATERNIDADE EM OUTROS PAÍSES

Veja como funciona o benefício da licença-maternidade em outros países:

•Austrália: licença de 52 (cinqüenta e duas) semanas não remuneradas, ou seja, 1 (um) ano;

•Argentina: licença de 3 meses (90 dias) remunerada pelo governo e 3 meses (90 dias) opcionais sem remuneração;

•China: licença de 3 meses (90 dias) não remunerada;

•Cuba: 18 semanas (126 dias) de licença pagas pelo governo;

•Espanha: licença de 16 semanas (112 dias) paga pelo governo;

•Estados Unidos: licença de até 12 semanas (84 dias) paga pelo governo;

•França: 3 meses (90 dias) de licença em caso de parto normal e 4 meses (120 dias) em caso de cesariana. Os custos são pagos pelo governo;

•Índia: para o setor privado, não há previsão legal específica e a licença varia de acordo com a empresa. Funcionários públicos têm direito a 4 meses e meio (135 dias);

•Itália: 5 cinco meses (150 dias) de licença. O governo paga 80% do salário;

•Japão: licença de até 14 semanas (98 dias). Dependendo da empresa, 60% da remuneração é coberta por seguradoras ou governo;

•Portugal: 4 meses (120 dias) de licença remunerada pelo governo;

•Uruguai: licença de 12 (84 dias) semanas paga pelo governo.

Fonte:www.guiatrabalhista.com.br

sábado, 18 de setembro de 2010

Stress na gravidez




Anos atrás, acreditava-se que o bebê, antes de nascer, vivia num mundo isolado, impenetrável e inacessível ao ambiente fora do útero da mãe. Hoje, com as imagens de ultra-som e outras tecnologias inovadoras, temos uma visão mais clara do feto e sabemos que seu mundo é vivo, com atividades, com ritmos especiais, com movimentos, com sentidos que estão começando a funcionar e com respostas complexas às emoções e ações de sua mãe. O diálogo entre a mãe e o bebê começa muito antes dele nascer.

O nível de atividade e estado emocional da mãe entrelaça-se com os ciclos característicos do bebê em gestação. À medida em que ela se ajusta aos ritmos dessa nova vida dentro dela, o feto já está também experimentando o seu primeiro tempo de vida.

Portanto, fica claro que quanto maior a qualidade de vida emocional da mãe, melhor a de seu filho, porém, na prática, a teoria não é tão colorida assim. Na vida moderna, não há como fugir do estresse. A mulher atual está sempre agitada, sua agenda está sempre cheia, e os compromissos só podem ser retirados de sua lista substituindo-os por outros mais urgentes.

O trabalho, as tarefas domésticas, o pagamento de contas, as pequenas tarefas e obrigações sociais ocupam em demasia seu tempo. Estando grávida, fica ainda mais difícil lidar com tudo isso.

É muito importante salientar que o estresse citado não se refere a um nível de estresse normal, que é até certo ponto saudável. O estresse perigoso é aquele que incomoda – invocando sentimentos de estar encurralada, ansiosa, com vontade de escapar. É o estresse que permanece por vários dias ou semanas. Se você se sentir bem com o estresse ao qual está submetido ou se sente que o supera, então (supostamente) não há problemas.

Mas há bons motivos para o estresse na gravidez ser levado a sério. Estudos comprovam que estresse em excesso pode por sua vida em risco; pode afetar o desenvolvimento do cérebro e do corpo de seu filho; em alto ou baixo nível pode afetar o temperamento de seu filho; pode fazer com que seu filho reaja fortemente ao estresse no futuro e também seja mais suscetível à depressão e a outras desordens mentais.

O que fazer com essas informações? Você pode simplesmente considerar esta descoberta cientifica uma outra fonte de culpa, ansiedade e estresse. Eu não acredito que deva ser desta forma, já que o conhecimento do estresse na gravidez pode ser uma fonte de força.

Quando você aceitar que uma gravidez com baixo nível de estresse é essencial para a sua saúde e de seu bebê, você se dará permissão para fazer algumas mudanças que diminuirão o estresse na sua vida.

Existem vários métodos concretos que você pode utilizar para amenizar os efeitos do estresse na sua vida, como por exemplo: o relaxamento progressivo, a meditação, a yoga. Lembre-se que essas técnicas vão tomar pouco tempo de seu dia, mas poderão trazer benefícios imediatos tanto para você quanto para seu bebê. A gravidez não dura para sempre, enquanto seus efeitos negativos podem durar pela vida inteira. Reserve algum tempo para estar a sós com seu bebê, converse com ele, acaricie sua barriga, compartilhe uma música. Procure uma atividade física, tal como a natação ou hidroginástica, que possa lhe proporcionar um relaxamento benéfico.

Procurar um psicólogo também é bastante interessante. A gravidez é um mar desconhecido, mesmo que você já tenha passado por ela uma ou duas vezes, nenhuma gravidez é igual à outra. A Terapia Cognitiva tem se mostrado bastante eficaz nesses casos. Por ser um tratamento breve, prático e colaborativo, ajuda o paciente a compreender e trabalhar diretamente o problema, proporcionando assim uma melhora significativa em sua qualidade de vida.

A gravidez deve ser uma fase especial na sua vida, uma fase na qual seu ânimo aumenta enquanto você carrega uma outra vida dentro de você. Assim como qualquer outra experiência valiosa, haverá desafios e dificuldades. Um sentimento sufocante de estresse, o sentimento de estar sendo esmagada pela vida é, sem dúvida, o caminho para espantar a felicidade desta maravilhosa experiência. Organizar a sua vida para minimizar o estresse é, portanto, uma das coisas mais importantes que você pode fazer durante a gravidez, tanto para seu bebê quanto para você mesma.

Fonte:www.alobebe.com.br