terça-feira, 29 de novembro de 2011

Habitualidade



SUPRESSÃO DAS HORAS EXTRAS


O TST, através da Súmula 291, se posicionou que a supressão, pelo empregador, do serviço suplementar prestado com habitualidade durante, pelo menos, 1 ano, assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor de 1 mês das horas suprimidas para cada ano, ou fração igual ou superior a 6 meses de prestação de serviço acima da jornada normal. O cálculo observará a média das horas suplementares efetivamente trabalhadas nos últimos 12 meses, multiplicada pelo valor da hora extra do dia da supressão.
Isso significa que não haverá incorporação das horas extras ao salário do empregado, por ocasião de sua supressão, o trabalhador recebe uma indenização única e o seu salário volta a ter o valor equivalente ao número de horas normais trabalhadas no mês.

CONCEITO DE HABITUALIDADE

A habitualidade, para fins de incorporação ou supressão das horas extras, não pode ser vista pelo prisma de que somente existe se houver a repetição diária.
A jurisprudência entende que habitual é aquilo que se faz por hábito, por costume, de modo frequente. O uso frequente, costumeiro, é apenas o uso duradouro, uniforme, não só o diário.
Desta forma, são habituais as horas extras feitas somente em um dia da semana. O que caracteriza o hábito é a frequência com que ele se repete, de forma uniforme, não a repetição diária.


Fonte: coad.com.br

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Remuneração



MÉDIA DAS HORAS EXTRAS

O preceito de que as horas extras feitas com habitualidade integram o salário do empregado para todos os efeitos deve ser observado, sob pena de redução dos ganhos do mesmo.
O TST firmou posição no sentido de que o cálculo do valor das horas extras habituais, para efeito de reflexo em verbas trabalhistas, observará o número de horas efetivamente prestadas, e sobre ele aplica-se o valor do salário-hora da época do pagamento.
Assim, a integração dos valores das horas extras, para fins de férias, 13º salário, aviso prévio indenizado, dentre outros, deve observar a média do número de horas e não das quantias percebidas, mantendo-se, desta forma, o valor real do salário.
A média encontrada deve ser multiplicada pelo valor do salário-hora devido na época da integração, acrescido do respectivo adicional.




SALÁRIO COMPLESSIVO

O salário complessivo pressupõe que vários direitos trabalhistas do empregado sejam pagos englobadamente, através de uma única parcela, sendo que este procedimento é condenado pela jurisprudência.
Assim, o salário complessivo é o pagamento englobado de diversos direitos trabalhistas em uma única rubrica.
Para que o salário seja protegido, e o empregador não se veja obrigado a pagar em duplicidade a mesma verba, cada parcela ou vantagem que compõe a remuneração do empregado deve ser discriminada com o título correspondente, para que assim possa ter validade a forma de pagamento.
Desta forma, as horas extras devem ser pagas de forma discriminada na folha e recibo de pagamentos, não devendo, ser incluídas em outras rubricas.


Fonte: coad.com.br

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dinâmica de grupo



Perguntas e respostas sobre Dinâmica de Grupo

A dinâmica de grupo é muito importante nos processos seletivos porque, na maior parte dos casos, ela é primeira etapa presencial a que os candidatos são submetidos. É nessa hora que avaliador observa o comportamento dos pré-selecionados para verificar quem tem – e quem não tem – perfil compatível com a vaga e a empresa em questão. “Em cada dinâmica, olhamos os candidatos com os 'óculos' da empresa”, afirma Irina Schuchman, consultora da Cia de Talentos. Para mandar bem nessa hora, confira as dicas de Irina numa série de perguntas e respostas sobre dinâmicas de grupo.


Como o candidato pode chamar a atenção do selecionador de maneira positiva?

É preciso que o candidato seja ele mesmo e participe das atividades propostas, contribuindo com seus conhecimentos e experiências de vida. Tentar parecer o que não é pode trazer muitos problemas. Se acontecer de você enganar bem e for contratado, por exemplo, dificilmente conseguirá manter a mentira por muito tempo. Contratações erradas geram perda de tempo tanto para a empresa quanto para o profissional.


A experiência profissional do candidato é levada em conta?

Quando o processo exige algum tipo de experiência profissional, essa informação é passada no momento da inscrição. Ainda assim, mesmo quem nunca trabalhou pode utilizar as experiências da faculdade, da escola, dos grupos de que participa ou participou como exemplos.

O que é preferível: falar bastante ou ficar quieto?

Nenhum dos dois. Ser o que mais fala nem sempre é positivo. O importante é o conteúdo e a coerência da fala. Também não é necessário ficar esperando o consultor chegar perto para começar a falar. Os candidatos estão sendo observados o tempo todo. Aqui, novamente vale a regra de ser o que você é de verdade. Se for tímido, não tente vender uma imagem de pessoa extrovertida e vice-versa.

E que ferramentas o tímido poderá utilizar a seu favor, já que falar em público não é o seu forte?

Os tímidos e introvertidos devem se esforçar para participar das discussões em grupo. Se as suas colocações forem pertinentes, mesmo que sejam poucas, elas serão levadas em consideração.

É aconselhável o candidato "estudar" a empresa antes de participar de uma dinâmica?

Sim. Muitas dinâmicas trabalham cases onde a temática principal tem a ver com o negócio da empresa. Conhecer o negócio pode ajudar no desenvolvimento do trabalho e contar pontos positivos para o candidato.


A roupa do candidato influencia o selecionador?

É importante estar vestido de forma adequada para o momento e o local. Por exemplo, se a dinâmica de grupo for para uma vaga em instituição financeira, em que todos nós sabemos que o traje social é padrão, o candidato não deve ir de calça jeans e camiseta. Por outro lado, o terno não combina com uma empresa com o perfil jovem. Por isso é importante obter informação sobre a empresa antes de ir para a dinâmica. Normalmente, no próprio site o candidato já encontra algumas dicas para saber se deve se vestir mais ou menos informalmente.

 

E o jeito de falar é levado em conta?

A dica é não utilizar muitas gírias e jamais usar palavrões. Também não é necessário usar uma linguagem formal nem palavras difíceis, que quase ninguém entende.



Fonte: msn.clickcarreira.com.br

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

10 piores ações de um gestor

Especialista aponta as dez piores ações que um gestor pode ter

Atire a primeira pedra quem nunca reclamou do chefe na vida?
Mas, assim como há os chefes considerados ruins, existem aqueles que são peças fundamentais no crescimento dos profissionais durante a sua trajetória.
A diferença entre estes dois tipos de líder é o comportamento.
Pensando nisso, o sócio-fundador da Alliance Coaching, Pablo Aversa, aponta as dez piores ações que o gestor pode ter. Confira:

"Estou sob uma incrível pressão"
Todo chefe está entre a cruz (os funcionários) e a espada (a gerência superior). Se as "demandas" parecem avassaladoras e distanciam o líder dos subordinados, a dica é fazer com que eles se envolvam mais com projetos e responsabilidades. Desta maneira, os funcionários ficarão felizes em poder ajudar, especialmente se nesse processo ganharem habilidades e visibilidade.
"Não ganho o suficiente para lidar com esse tipo de coisa"
Grandes líderes são sub-remunerados e subvalorizados de forma crônica. Mas grandes chefes se realizam elogiando, desenvolvendo, sendo mentores e ajudando os profissionais a alcançar as metas deles como parte do seu pacote total de benefícios.
"Meus funcionários trabalham melhor quando os deixo sozinhos"
Se isso acontece, significa que o problema é o chefe. Pessoas fora de série não necessitam (nem mesmo querem) que digam a elas o que fazer, mas efetivamente precisam escutar que fazem um grande trabalho e aprender sobre novos caminhos ou estratégias. Todo mundo gosta de certa quantidade de atenção, mas isso deve gerar um impacto positivo.
"Este processo foi criado por alguém que não tinha que implementá-lo"
Geralmente é verdade. Por exemplo: muitos especialistas de Recursos Humanos nunca tiveram um papel de liderança no chão da fábrica, mas isso não significa que certas iniciativas não valham à pena. Talvez o gestor não goste de elaborar planos de desenvolvimento, mas isso não lhe dá o direito de fingir que está trabalhando nisso. O líder deve dar duro para assegurar de que seus planos realmente aprimoram seus funcionários. E, se não gostar de uma política ou diretriz, não a ignore. É fundamental trabalhar para torná-la melhor. Afinal, é responsabilidade de todo chefe certificar-se de que as normas da empresa protegem e promovem os interesses dos funcionários (ao menos na medida do possível)

 

"Neste lugar tem política demais"
A política corporativa é sem dúvida um fator, mas as pessoas que reclamam sobre como essa política corporativa as atrapalham são geralmente aquelas que costumam assumir a menor parcela de responsabilidade em relação às suas próprias carreiras. Sem dúvida, algumas vezes é necessário se preocupar com a imagem, mas normalmente o desempenho supera a percepção. Além disso, o líder não consegue controlar a percepção das pessoas, mas, sim, o seu desempenho, especialmente a maneira como ele impacta a sua equipe.
"Se ele obtiver muito crédito, vou ficar mal na foto"
De acordo com Aversa, o chefe não deve ter medo dos seus subordinados o ofuscarem. Ao contrário, a sua meta é ter subordinados que o ofusquem. Grandes líderes estão rodeados por talentos fora de série: afinal, é assim que são reconhecidos como grandes líderes. Quanto melhor o time e os indivíduos que compõem a equipe, melhor para o líder.
"Não devia ter que elogiar as pessoas por fazerem o seu trabalho"
Deveria, sim, diz o sócio-fundador da Alliance Coaching. Não só elogiar os funcionários é uma cortesia a praticar, mas, do ponto de vista de desempenho, elogiar reforça um comportamento positivo e faz com que seja muito mais provável que essas mesmas condutas sejam repetidas no futuro
"Bem, foi dessa forma que me treinaram"
Jogar os profissionais na fogueira, porque o líder passou por isso, não é a atitude mais correta. Sempre que o gestor sentir que algo foi "bom o suficiente para mim" não significa que seja bom o suficiente para os funcionários. A dica é determinar a melhor maneira de treinar e desenvolver os funcionários
"Necessito investir algum tempo com o meu time, portanto... vou bater um papo com meus funcionários"
O gestor precisa conhecer os funcionários em um nível pessoal, mas acaba sempre girando em torno daqueles com os quais compartilha interesses comuns? Todo funcionário merece atenção e respeito. As pessoas naturalmente apreciam aqueles que estão interessados nelas.
"Esqueça-o. Eu sei que ele não gosta de mim"
Poucas coisas são mais desagradáveis do que trabalhar com um funcionário que sente que não gosta do gestor, mesmo que seja apenas para conversar. De acordo com Aversa, o ideal é dizer "não sinto que o nosso relacionamento profissional é tão positivo quanto poderia ser e estou seguro que é falha minha. Gostaria realmente de fazer com que ele seja melhor". Neste momento, é importante deixar o profissional falar. Talvez, o chefe não goste de ouvir o que ele tem para dizer, mas, uma vez que esse passo for dado, o gestor irá saber o que fazer para tornar as coisas melhores.

Fonte: dinheiro.br.msn.com






terça-feira, 22 de novembro de 2011

Os maiores salários no Brasil

SÃO PAULO - As carreiras ligadas às áreas de engenharia e infraestrutura são as que melhor pagam seus funcionários no Brasil , segundo a edição mais recente da Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho Online.
O ranking abaixo considera as posições mais elevadas entre as melhores carreiras do ponto de vista da remuneração, excetuando-se os cargos de presidente e vice-presidente. Com salário de R$ 23.425,05, o cargo de diretor de transmissão recebe o maior salário do País. Veja a lista:



 

Diretor de Transmissão - Salário: R$ 23.425,05


 

Diretor de Exportação - Salário: R$ 23.011,22



Diretor de Engenharia de Obras - Salário: R$ 23.003,77


 

Diretor de Crédito - Salário: R$ 22.970,78

 

Diretor de Administração de Materiais/Suprimentos - Salário: R$ 22.723,62


 

Diretor de Engenharia - R$ 22.542,44

 

Diretor de Engenharia de Produção - Salário: R$ 22.363,29

 

Diretor de Telecomunicações - Salário: R$ 22.227,99

 

Diretor de Engenharia Elétrica/Eletrônica - Salário: R$ 22.239.49


 
 
 Diretor de Engenharia Química - Salário: R$ 22.052,62

 

Diretor Industrial - Salário: R$ 21.629,96

Fonte: economia.estadao.com.br

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Adicionais




TRABALHO NO HORÁRIO NOTURNO
O empregado que cumpre integralmente a jornada no período noturno e prorroga esta, tem direito também ao adicional noturno em relação às horas prorrogadas.
Em outras palavras, as horas extras noturnas deverão ter o adicional respectivo calculado sobre a hora acrescida do adicional noturno.

ADICIONAIS DIVERSOS

A jurisprudência tem entendido que determinados adicionais e parcelas pagas junto com o salário do empregado, como adicional de produtividade, de tempo de serviço, anuênios, gratificações, por terem caráter aleatório ou por nem sempre serem habituais, não integram o salário do empregado para fins do cálculo das horas extras.
Como esse entendimento não é pacífico, deve ser observado se o adicional ou parcela, que são pagos ao empregado, são habituais ou de caráter aleatório, para que, dessa forma, sejam computados no salário do empregado, para fins de cálculo da hora extra.


Fonte: coad.com.br

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Reflexo da hora extra



REPERCUSSÃO NAS FÉRIAS


As horas extras realizadas habitualmente pelo empregado também são computadas para o cálculo das férias. Essa parcela é obtida, mediante apuração da média das horas extras realizadas no período aquisitivo correspondente, cujo resultado é multiplicado pelo salário-hora atualizado, incluído o adicional de horas extras a que o empregado fizer jus na época da respectiva concessão.
REPERCUSSÃO NO 13º SALÁRIO

A remuneração do serviço extraordinário, habitualmente prestado, integra o cálculo do 13º salário. O período que servirá de base para tomadas das horas extras, que entrarão no cálculo do 13º salário, será de janeiro a dezembro de cada ano.
REPERCUSSÃO NO AVISO PRÉVIO INDENIZADO

As horas extras habituais integram o aviso prévio indenizado. Para o cálculo do aviso prévio indenizado serão tomadas as horas extras feitas nos últimos 12 meses anteriores ao desligamento do empregado, salvo se acordo, convenção coletiva de trabalho ou sentença normativa estabelecer período inferior.
REPERCUSSÃO NA INDENIZAÇÃO ADICIONAL

A indenização adicional corresponde a um salário mensal, devendo ser paga ao empregado que for dispensado sem justa causa nos 30 dias que antecedem a sua data-base.
A legislação determina que a indenização adicional deve corresponder ao salário mensal, no valor devido à data da comunicação do despedimento, integrado pelos adicionais legais ou convencionais.
Assim, as horas extras habituais integram o salário para efeito de pagamento da referida indenização.
Para o cálculo das horas extras, deve ser adotado o mesmo procedimento analisado no item 21 anterior.

Fonte: coad.com.br