quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Soube que seu colega será demitido? Saiba se deve contar ou não



Demissão à vista

Existem algumas situações dentro do ambiente de trabalho que é melhor que o profissional não tenha conhecimento. Uma delas é saber que o colega será demitido. A saia justa pode ser maior ainda se quem for demitido for um amigo. Casos assim costumam dividir o profissional, pois ele não sabe se conta ou não sobre a demissão para o outro.

Para a professora do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e sócia-diretora da FM Consultores, Fátima Motta, neste momento não deve existir dúvida. A resposta é "Não". O profissional, mesmo sendo amigo, não deve contar ao outro que ele não integrará mais o quadro de funcionários da empresa.



A explicação da especialista é simples: "É uma questão de ética. Se a competência não cabe ao profissional, não é ele que deve contar. Isso é antiético", ressalta. De acordo com ela, somente os gestores podem anunciar a demissão.

Sobre o fato das pessoas serem amigas, Fátima explica que dentro do ambiente corporativo, o profissional tem de saber separar a relação de amizade e de trabalho. “É saudável ter amigos, mas é importante saber separar as coisas”.

Além disso, ela acrescenta que a amizade deve ser mostrada antes da demissão, ou seja, se os profissionais forem amigos, ele pode alertá-lo sobre comportamento e atitudes inadequadas que podem prejudicar o outro. Ele também pode aconselhar e dar dicas para que o amigo melhore cada vez mais.
Outro problema em contar para o colega sobre a demissão é que fica claro que na empresa existe a famosa "rádio peão". Se o profissional que sabe da demissão não trabalha no departamento de RH (Recursos Humanos) da empresa, a notícia chegou aos ouvidos do profissional por meio da fofoca.


Uma das profissionais que soube da demissão pela colega de trabalho foi a pedagoga Carolina Melo. Ela conta que soube da notícia pela rede social. "Eu estava no Facebook em uma sexta-feira, fora do meu horário de trabalho, e fiquei preocupada com o post de uma colega que se mostrava triste. Quando fui perguntar, ela acabou me contando que eu seria demitida", disse. Carolina, que só trabalharia na segunda-feira, ficou "arrasada" durante todo o final de semana. Quando sua coordenadora a chamou para conversar, ela já sabia qual era o assunto que seria tratado naquele encontro.

Ela acrescenta ainda que se sentiu constrangida porque outros profissionais da empresa já sabiam que ela seria demitida porque a colega também havia contado aos outros. Questionada sobre o futuro da amizade, Carolina explica que manterá uma relação superficial, pois perdeu a confiança na colega. "Eu não posso ter confiança em quem quebra um sigilo. Se ela fosse minha amiga, pensaria na minha integridade psicológica", finaliza.

Fonte: dinheiro.br.msn.com

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O momento de voltar ao trabalho, após a licença maternidade



Mais de 50% das mães de bebês ou de crianças em idade pré-escolar trabalham fora de casa. Os motivos para voltar ao trabalho são muitos: necessidade financeira, atualização na carreira ou mesmo por gostarem do que fazem. Apesar da emancipação da mulher ter sido uma das maiores evoluções do século XX, esse rápido progresso trouxe mudanças significativas na relação entre mães e filhos.

De acordo com a psicóloga Keila Gonçalves, a mudança do papel social da mulher ocasionou conflitos com o papel de mãe. “Muitas delas não souberam medir, dividir e conciliar seus papéis”. E como a relação das crianças com a mãe é a matriz de todas as outras relações que os pequenos terão durante a vida, é necessário muito cuidado para não deixar as diversas funções que precisam ser desempenhadas no dia-a-dia das mulheres modernas passarem por cima da dedicação de que seu filho precisa.

O sofrimento das crianças é intenso quando isso ocorre. Muitas vezes, esse descaso é uma das causas do desenvolvimento de doenças de adultos nos pequenos, como depressão, úlcera, hipertensão, entre outras. “Quando a criança pede para acompanhar a mãe no trabalho, o melhor a ser feito é interpretar o comportamento e analisar se ele não está tentando resgatar a mãe, que considera ter perdido para o trabalho”, explica a psicóloga.


Porém, é possível que a garotada cujas mães trabalhem fora de casa apresentem um desenvolvimento emocional tão bom quanto as outras crianças. Os benefícios para a criança da mãe que trabalha fora incluem aumento de independência, responsabilidade e maturidade. Crianças pequenas de mães que trabalham apresentam, muitas vezes, mais oportunidade de aprender a confiar em outros adultos e a negociar melhor com igualdade. Isso acontece quando os pais proporcionam uma pessoa que possa fornecer educação consistente ao cuidar de seu filho.

Vale lembrar que tanto a qualidade quanto a quantidade de tempo dedicado ao seu filho são importantes. Tentar tornar os momentos vividos com as crianças especiais, como preparar um prazeroso café da manhã, é uma dica valiosa. Conversar, escutar e acompanhar o universo infantil também é salutar. É válido, ainda, fazer sempre algo com seu filho nos finais de semana, e procurar incluí-lo em atividades adultas, como fazer compras, por exemplo.

Bruno Rodrigues

Fonte: guiadobebe.uol.com.br

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Encargos...prescrição



ENCARGOS SOCIAIS

Sobre o valor das horas extras incidem as contribuições para o INSS e FGTS, bem como o IR/FONTE, quando for o caso.


PRESCRIÇÃO

Os créditos resultantes das relações de trabalho prescrevem em 5 anos, enquanto vigente o contrato, ou em até 2 anos, após sua extinção.
Entretanto, contra os menores de 18 anos de idade não corre nenhum prazo de prescrição.
Sendo assim, as reclamações trabalhistas quanto às horas extras estão sujeitas aos prazos de prescrição analisados neste item.


Fonte: coad.com.br

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O clima está tenso ?


Fale com seu chefe reservadamente e resolva o problema.


Mantenha a calma

Se o clima no trabalho não anda nada favorável e as coisas raramente saem como o profissional espera, é hora de se encher de coragem e chamar o chefe para um bate-papo reservado. Mas atenção! Nesta ocasião é preciso cuidado redobrado, pois requisitar a atenção de um gestor estando tomado por frustrações ou emoções exacerbadas pode comprometer, e muito, o rumo da conversa. Por isso, manter a calma é a melhor solução.
Demonstrar sinais de exaltação pode gerar uma repercussão negativa para o trabalhador, comprometendo não apenas a avaliação do profissional diante do supervisor, mas também suas possíveis reivindicações.

Seja honesto

O funcionário deve agendar um horário com seu superior e se preparar para debater os problemas que o afligem, especialmente quando o mesmo tiver um gestor de temperamento difícil.
Se o profissional for respeitoso e honesto em suas reivindicações, as chances de ter um retorno positivo serão enormes, se ele tiver um bom líder.

Esteja preparado

Mas como nem sempre é possível assegurar que as conversas serão 100% positivas ou mesmo que os gestores serão excelentes líderes, é preciso estar preparado para o lado negativo dessas conversas reservadas. Isto porque, ao chamar um superior para expor os problemas que têm encontrado no trabalho, é possível que ele não goste nada do que for exposto.


O que fazer em caso de resposta negativa?

Nestes casos, os profissionais que não tiverem suas reivindicações salariais, pessoais e profissionais atendidas por seus superiores imediatos devem recorrer ao departamento de Recursos Humanos. Lembrando que tal ação apenas deve ser feita caso o gestor não possa realmente atender as necessidades do profissional.

Respeite a hierarquia da empresa

O ideal é que os trabalhadores evitem pular a hierarquia da empresa ao pedir soluções de problemas, pois isso pode parecer desrespeitoso com os profissionais da companhia. Falem com o superior imediato e, após essa etapa, com o diretor. Se nada disso resolver, aí sim, a recomendação é informar o departamento de Recursos Humanos.

Fonte: dinheiro.br.msn.com



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Tendências: devemos sempre segui-las?



Muitas pessoas que participam de um evento de negócios (congressos, seminários, jornadas etc.) já se perguntaram: será que devo seguir as tendências de mercado apresentadas pelos conferencistas convidados sem questionar, ou devo avaliar especificamente em meu segmento se é possível ir em outra direção? Será que existem oportunidades em direções diferentes das apontadas pelas tendências?
Considero excelente a postura das pessoas que fazem estas perguntas, pois estão agindo com senso crítico, não apenas absorvendo e adotando conclusões obtidas por outras pessoas, por mais preparadas e conceituadas que estas possam ser.

Se a dúvida é prejudicial quando nos bloqueia as decisões e atitudes, por outro lado ela é fundamental quando nos remete a uma reflexão na busca pela verdade. A dúvida e o questionamento como instrumentos de busca são excelentes ferramentas.
Vamos refletir juntos sobre a questão das tendências e direções a seguir
Em primeiro lugar, vamos ser sinceros: o sucesso é muito mais fácil de ser explicado depois que acontece. Prever o sucesso é algo dificílimo, mesmo quando todos os ingredientes considerados fundamentais para obtê-lo estiverem presentes.

Quando analisamos tendências, estamos - na verdade - observando como será o comportamento de determinados índices, além do comportamento da maioria dos agentes do mercado, suas percepções, desejos e demandas. Mas isso não exclui uma minoria, que caminhará na direção oposta por razões sócio-econômicas e particularidades das mais variadas. Mas, então, contrariar as tendências e modelar o negócio para atender esta minoria pode ser uma oportunidade? A resposta é sim.


Algumas tendências são cíclicas, outras irreversíveis. Por exemplo, veja a tendência de que as pessoas passariam a se comunicar cada vez mais por meios móveis (celular, internet etc.). Ela se confirmou e é irreversível. A sociedade não voltará mais às tecnologias imobilizantes, como o telefone convencional e o fax.
Já a tendência de consumir música digital, apresenta, pelo menos no curto prazo, ciclos que abrem nichos muito significativos que permitiram o lançamento de novos títulos em discos de vinil, só para dar um exemplo. Existe uma legião de apaixonados pelo disco de vinil.

O retrô é sempre uma alternativa viável ao contemporâneo, embora, via de regra, não vá obter jamais um consumo tão maciço quanto os produtos contemporâneos. Muitas gravadoras estão lançando títulos em CD, formato digital para download e ao mesmo tempo, em vinil, além de relançamentos de álbuns clássicos também no formato. O que quero dizer é que é possível encontrar oportunidades em direções diferentes das apontadas pelas tendências.

Resumindo, vamos encontrar histórias de sucesso em pessoas e empresas que seguiram as tendências e também histórias de sucesso em pessoas que contrariaram as tendências, buscando o old-fashion (ao menos no estilo) ou dando início a uma nova categoria que não pertencia nem ao passado nem às tendências atuais (isso é muito comum na biografia de grandes artistas, cineastas, criadores de moda, escritores e empresas altamente inovadoras), revolucionando e ditando as tendências.


Agora é importante lembrar que:

1) Para seguir uma tendência é necessário ser um bom observador, compreender o momento do mercado e aproveitar as oportunidades emergentes com competência e criatividade.
2) Para contrariar as tendências, criar uma nova tendência é necessário ser autêntico, inovador e possuir um toque de genialidade.
Na ausência das características do item dois, siga as tendências, sua margem de erro será incrivelmente menor! Ao menos, faça isso enquanto acumula capital e aproveita o tempo para desenvolver as características do item dois.

Na impossibilidade temporária de criar suas próprias tendências, aproveite as existentes, afinal perder estas oportunidades seria um desperdício. Agora, quando dispuser das características necessárias para ditar as tendências, criar uma nova categoria, romper com os paradigmas vigentes, criar ou reinventar um mercado para você, confie e dedique-se muito; o caminho será difícil, mas as recompensas serão mais que proporcionais.
Afinal, tudo de mais genial que o mundo já produziu em todas as áreas do conhecimento foi originado por pessoas autênticas, inovadoras e descontentes com as tendências da sua contemporaneidade.


Fonte: administradores.com.br

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O mau uso da internet no trabalho



A internet representa hoje uma importante ferramenta em nosso cotidiano, não se imagina mais um mundo sem ela, mas é importante atentar para que o seu uso seja adequado, principalmente dentro do ambiente de trabalho. O mau uso da internet prejudica a produtividade do empregado e pode causar a demissão de funcionários por justa causa, quando a empregadora considera tal conduta como uma falta grave, a teor do Artigo 482 da CLT. A 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu a demissão por justa causa de um funcionário que utilizava o equipamento de trabalho para acessar sites de relacionamento, trocando mensagens de correio eletrônico com piadas grotescas e imagens inadequadas, como fotos de mulheres nuas.

No Distrito Federal uma funcionária tentou reverter demissão por justa causa alegando violação de sigilo de correspondência, pois a empresa em que trabalhava utilizou mensagens do e-mail coorporativo para provar que ela estava maltratando clientes. Mas seu pedido foi negado pela 1ª Turma do TRT daquele Estado, que entendeu que o e-mail corporativo é uma ferramenta de trabalho e, portanto, não se enquadra nas hipóteses previstas nos incisos X e XII do artigo 5º da Constituição Federal (que tratam, respectivamente, da inviolabilidade da intimidade e do sigilo de correspondência).


O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Turma da 10ª Região, (RO 504/2002), entendeu ser motivo de demissão por justa causa o caso de um ex-funcionário que enviou fotos pornográficas por intermédio de do e-mail corporativo. A juíza de primeira instância que proferiu a sentença baseou sua linha de raciocínio asseverando que todos os instrumentos são de propriedade da empresa e disponibilizados aos empregados para suas atividades, não existindo, por isso, “confidencialidade”, motivo pelo qual não se configuraria a suposta violação à garantia da intimidade e à obtenção de provas por meio ilícito.

O controle do e-mail seria a forma mais eficaz, tanto de proteção e fiscalização das informações que tramitam na empresa, inclusive sigilosas, quanto de evitar o mau uso da internet, que pode até mesmo atentar contra a moral e os bons costumes, causando à imagem da empresa prejuízos imensuráveis. Ela enfatizou a responsabilidade solidária que recai sobre a empresa pelos atos de improbidade ou delitos praticados por seus funcionários. Na opinião da julgadora, a utilização pessoal de e-mail corporativo para fins alheios ao serviço e de consequências nocivas à reputação da empresa é ato grave suficiente para a dispensa por justa causa.




No Rio Grande do Sul, um trabalhador foi despedido por justa causa por acessar sites pornográficos durante o expediente. Inconformado com a penalidade imposta, o trabalhador entrou com uma ação para anular a justa causa e reverter sua dispensa para imotivada, o que lhe daria direito às verbas rescisórias. O autor chegou a ganhar em primeiro grau, mas os desembargadores deram provimento ao recurso da empresa e reformaram a sentença. A perícia apontou que o sistema bloqueava sites impróprios, mas alguns passavam pelo filtro. Além disso, também era possível burlar o controle e acessar conteúdos bloqueados.

Mesmo assim, foi reprovada a conduta do empregado. É aconselhável que empresas criem um manual do usuário, um código de ética ou um regimento interno, qualquer que seja a denominação, a fim de estabelecer regras, das quais os funcionários deverão ter ciência desde o momento da contratação. No regulamento é importante constar que haverá punição em caso de não cumprimento.

Vale ressaltar que, por primeiro, deve-se advertir o funcionário, dando a ele uma chance de se redimir. Além dos acessos indevidos, o que se escreve na rede também pode trazer más consequências. Como no caso de um funcionário de uma empresa de “call center” que criou um blog onde relatava as perguntas que ele classificava como as mais idiotas feitas pelos clientes mais burros do dia e seus colegas votavam elegendo as melhores.  A empresa descobriu e demitiu o funcionário por justa causa.  Outra fonte de conflitos entre as empresas e empregados é o acesso às rede sociais do local de trabalho.

Estudo da Triad, empresa de consultoria especializada, apontou que entre as mídias sociais a mais acessada nos computadores dos empregados é o Twitter (92,2%), seguido pelo Facebook (59,4%), YouTube (35,6%) e Orkut (35,4%). A mesma empresa de consultoria constatou que 80% dos empregados gastam até 3 horas da jornada de trabalho com atividades estranhas à função. Em alguns casos além da demissão o funcionário pode ainda ser condenado ao pagamento de indenização, quando a má utilização da Internet prejudicar a empresa.


Fonte: conexaomercado.com.br

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Você é workaholic?

Faça o teste e descubra se você tem deixado à vida profissional dominar a sua rotina


Sentir paixão pelo trabalho e relacionar o mundo ao redor com sua atividade profissional é mais do que saudável, chega a ser o segredo de uma carreira de sucesso. O problema acontece quando você, simplesmente, não consegue se desligar do mundo corporativo e sente-se pressionado a dedicar atenção cada vez maior ao trabalho. "Ser workaholic é diferente ser worklover. O segundo grupo reúne pessoas que amam tanto o que fazem a ponto de não se importarem em dedicar um tempinho a mais para isso. Já o workaholic exagera sem perceber, deixando lazer e relacionamentos de lado", afirma o psicobiólogo José Roberto Leite, da Unifesp.

Além da terrível sensação de viver sob pressão, o workaholic acaba sofrendo com os danos à saúde que este comportamento provoca. "Doenças psicossomáticas, como ansiedade, insônia, obesidade, depressão e até úlcera são os problemas mais comuns", afirma o psicólogo clínico Tiago Lupoli. Antes de cair neste redemoinho de confusões, faça o teste e descubra se está na hora de equilibrar melhor as suas prioridades. 


1-Você costuma sonhar com o trabalho?

A-Frequentemente. Sempre acordo transpirando e com uma sensação ruim
B-Sim, mas só quando estou envolvido em um projeto
C-Raramente, e quando acontece, são apenas sonhos tranqüilos

2-Como você se sente quando não consegue realizar uma tarefa?

A-Preocupado
B-Frustrado
C-Sabe que deu seu melhor, então fica tranqüilo

3-Você tem sentido alguma mudança em sua rotina?

A-Sim, alguma coisa mudou, mas não sei explicar
B-Não sinto grandes mudanças
C-Tenho me dedicado mais ao trabalho e menos a outras áreas

4-Com que frequência você faz horas extras?

A-Quase todos os dias
B-Raramente, pois não há necessidade
C-Preciso me policiar para não fazer com freqüência

5-Seus familiares e amigos costumam reclamar de sua falta de tempo?

A-De vez em quando dão um toque mais sutil
B-Reclamam sempre
C-Não costumam reclamar

6-Você tem um compromisso depois do trabalho e seu chefe lhe pede pra ficar depois do expediente. O que você faz?

A-Cancela o compromisso e atende ao pedido de seu chefe
B-Conversa com o chefe e diz que já tem um compromisso
C-Não atende ao pedido e vai ao compromisso, mas fica pensando no impacto de sua atitude

7- Com que frequência você leva trabalho para casa?

A-Diariamente
B-Leva com frequência, mas não consegue realizar a tarefa em casa
C-Nem cogita essa possibilidade

8-Você acha que sua vida está sob controle?

A-Não, sinto que está tudo em desordem
B-Sim, está tudo sob controle
C-Não, mas acredito que posso mudar isso

9-Quantas horas além de seu expediente você costuma trabalhar?

A-Até 2h
B-Só trabalha a mais se for muito necessário
C-De 2h a 4h acima de seu expediente

10-Você acredita que já adoeceu por causa do trabalho?

A-Não
B-Sim, tenho dormido mal e notado alterações de humor
C-Não, mas tenho alterações de humor

Seu resultado:

Workaholic (maioria letra a)
Os workaholics preocupam-se exageradamente com a performance no trabalho. Segundo o psicólogo clínico Tiago Lupoli, essas pessoas sofrem frustradas por não conseguirem assumir mais responsabilidades quando, normalmente, já cumulam mais tarefas do que a média. Resultado: abrem mão da vida pessoal em nome da profissional. "Mas, em vez de bem-estar, essa dedicação exagerada traz estresse e arrependimento por não passar mais tempo com os amigos ou descansar", diz o psicobiólogo José Roberto Leite, da Unifesp. Ansiedade, insônia, dores de cabeça, pressão alta, depressão e até úlcera são alguns dos males relacionados à falta de equilíbrio. Para vencer o conflito, a primeira dica da dupla de especialistas é reconhecer o problema e começar a administrar melhor o tempo. "Use uma parte do seu dia para gerenciar compromissos e organizar uma agenda viável dentro das horas disponíveis", afirma o psicobiólogo. Também é recomendado incluir atividades que exijam rotina na sua lista, como a prática de exercícios ou alguma aula que traga prazer, como dança ou música.

Tendência a workaholic (maioria letra b)
Quem possui este perfil está a um passo de se tornar workaholic. O psicólogo Tiago Lupoli conta que, geralmente, essas pessoas vão cedendo espaço ao trabalho sem se darem conta. "Prestando atenção no seu corpo, dá para perceber se você está passando dos limites. Insônia, ansiedade e falta de atenção, quando surgem sem nenhum motivo claro, são indicativos de que o trabalho está passando dos limites", afirma o especialista da Unifesp. Outro indicativo são os comentários de familiares e amigos, queixando-se de que você está trabalhando demais. Antes de cair num redemoinho desses, organize suas prioridades: liste suas tarefas atuais, planeje a rotina incluindo atividades fora do expediente e verifique como o seu tempo livre tem sido preenchido. Também avalie as cobranças que recaem sobre você e adapte a sua rotina para cumprir a agenda profissional sem comprometer, com frequência, outras atividades.

Saudável (maioria letra c)
A relação equilibrada entre trabalho e outras áreas da vida (como relacionamentos, família e lazer) é uma das suas conquistas. Mas não deixe que esse equilíbrio seja um obstáculo para o seu crescimento profissional. Em alguns momentos é possível que o trabalho exija mais empenho, enquanto outros períodos são mais tranquilos e permitem investimentos mais ousados na sua vida pessoal. O importante é se planejar em cada fase e não se sentir pressionado a atender as exigências de outras pessoas por status ou medo exagerado de cobranças. "Quando você está bem consigo mesmo, a tendência é que este equilíbrio permaneça de forma natural e as situações de mais estresse duram pouco, sem causar estragos nas relações afetivas", afirma o psicólogo Tiago Lupoli.


Fonte: msn.minhavida.com.br