segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Suco - Poderoso




Força Total


Ingredientes:

  • 1 Maçã cortada em fatias grossas
  • 1 Banana-prata
  • 1/2 Xícara (chá) de açaí fresco (ou polpa descongelada sem açúcar)
  • 1/2 Xícara (chá) de água filtrada



Modo de fazer: 

Bata os ingredientes no liquidificador até homogeneizar 
a mistura e beba em seguida.


Fonte: Poder dos sucos (Editora Alaúde)

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

ESPECIALIZAÇÃO - PUC PR - CAMPUS LONDRINA




CURSO: GESTÃO E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS



Proposta

O curso Gestão e Práticas em Recursos Humanos tem por objetivo 
capacitar profissionais da área de Recursos Humanos ou áreas afins, 
visando à ampliação de conhecimentos e ferramentas de gestão 
para uma melhor atuação no mercado de trabalho. 

Assim como, também promover um debate dos profissionais e 
gestores de pessoas, que visem melhorar sua performance 
profissional.

Este curso vem atender a uma necessidade do mercado 
empresarial, oferecendo um curso de pós-graduação em 
Recursos Humanos focado na prática organizacional.

Critério de classificação no Processo Seletivo:

Curriculum

Público

Profissionais graduados que buscam melhorar sua inserção no 
mercado de trabalho, preparando-se para gerir equipes de alto 
desempenho e aprimorar suas competências de liderança e 
formação de equipes.

Periodicidade

Quinzenal = às Sextas-feiras à noite e Sábados Manhã e Tarde.

Investimento

24 X R$ 370,00

Período de Inscrição no Processo Seletivo:

de 14 de novembro de 2013 a 10 de março de 2014.

Início das aulas:

21 de março de 2014

Taxa de Inscrição no Processo Seletivo:

R$ 55,00

Documentação para Matrícula no Curso:

- Caso não tenha diploma, entregar a fotocópia autenticada da 
Declaração de Conclusão de Curso de Graduação
- Curriculum Vitae documentado
- Curriculum Vitae resumido
- Ficha de inscrição no curso
- Fotocópia autenticada do Diploma de Graduação
- Fotocópia da Carteira de Identidade Civil

Coordenação do Curso

Professora Ms. Adriana Martello Valero

Para maiores detalhes e ver as disciplinas e professores clique no link abaixo:



Disciplinas

Conflitos e Relações Interpessoais
Consultoria em Gestão de Pessoas
Cultura e Clima Organizacional
Desafios contemporâneos da gestão de pessoas nas organizações
Desenvolvimento de Equipes e Processos Grupais
E-learning
Estratégia Empresarial
Ética
Gestão da Responsabilidade Social
Gestão e Avaliação de Competências
Gestão e Planejamento Estratégico de Pessoas
Gestão Estratégica da Remuneração
Legislação Trabalhista para a Área de Recursos Humanos
Métodos e Tecnicas de Pesquisa
Práticas em Recursos Humanos
Saúde, Trabalho e Subjetividade
Seleção, Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas
Seminários Avançados em Recursos Humanos


Docentes

Adilseia Soriani BatistaMestre
Adriana Martello ValeroMestre
Alexandre Marinho TeixeiraMestre
Alloyse Rodrigues BobergMestre
André Luis Vizzaccaro AmaralDoutor
Cláudio Sérgio RigoEspecialista
Cristiane ZaguiMestre
Fernando CesarioEspecialista
Joao Vicente CapobiangoMestre
Katia Regina Mathias Marcos GomesEspecialista
Lilian Mara AligleriDoutor
Mario Nei PacagnanDoutor
Regina Marcia Brolesi de SouzaDoutor
Sonia Maria Vera CelestinoEspecialista
Vilma Pimenta Cirilo MunhêMestre

terça-feira, 19 de novembro de 2013

10 perguntas para fazer depois de uma promoção

Aperto de mãos



Após receber uma promoção, o profissional deve marcar uma reunião com seu chefe e fazer perguntas que poderão ser a garantia de sucesso


São Paulo - Fico emocionado quando um ex-aluno (e tenho o orgulho de ter muitos) me escreve ou me procura para contar que foi promovido. Sempre aproveito esse momento para, além de dar os parabéns e incentivar a celebração com a família (coisa que vejo muitas vezes as pessoas esquecer), mostrar que a alegria e o orgulho não podem e não devem anestesiar a racionalidade.
Tenho pregado — e a palavra pode soar meio messiânica, mas é com essa força que tenho falado — que imediatamente após a notícia da promoção o profissional deve marcar uma reunião com seu chefe e fazer dez perguntas que poderão ser, ao final, a garantia de sucesso na nova posição.
As perguntas são: 1) Por que você me escolheu?; 2) Quais os principais desafios dessa posição?; 3) Quais as ações imediatas que você espera que eu tome e qual é o cronograma?; 4) Que mudanças você quer que eu faça?; 5) Como você vê a equipe que vou liderar?; 6) Quais os pontos mais importantes que você vai considerar na minha avaliação no fim do ano?; 7) Quanto tempo tenho para apresentar um plano de ação?; 8) Vamos falar sobre minhas expectativas e sobre meu plano de vida?; 9) O que vai mudar na minha remuneração?; 10) Qual o principal conselho que você pode me dar?
Desde que Luiz Edmundo Prestes Rosa e eu criamos esse decálogo que consta do nosso livro O Que Eu Faria se Fosse Gestor de Pessoas (Editora Campus Elsevier, 2009), temos discutido com vários grupos de jovens executivos essas questões. A grande constatação é que quase nunca elas são formuladas pelos recém-promovidos.
Pior: existem tabus e preconceitos que muitas vezes evitam que sequer as perguntas sejam pensadas. A questão oito, em que o executivo aproveita o momento da promoção para falar de sua vida pessoal, um casamento, férias já planejadas, um curso prometido, então, provoca arrepios em nossos jovens executivos.
Ninguém quer perguntar sobre remuneração e fica amargando a pergunta entalada na garganta por semanas. E conselho, então? Existe um enorme preconceito de que não se deve pedir conselho, para não demonstrar fraqueza. Não faz sentido.

Pedir um conselho pode evitar algum erro básico que depreciaria o trabalho do novo líder! Vou dar o meu conselho: leia bem as perguntas, encontre seu jeito de formulá-las, mas não perca a oportunidade. 

É como na cerimônia de casamento: fale agora ou cale-se para sempre. Pode ser sua última chance de abrir a boca. Falou? 


Fonte: exame.abril.com.br 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Seleção mais que Ineficiente

Recrutadores revelam os testes absurdos e os métodos bizarros utilizados por grandes empresas para contratar gente para todos os níveis





Tá puxado? PEÇA PRA SAIR!

Em alguns casos, e pressão já começa pelo horário marcado para a entrevista.
"Testemunhei o relato de uma profissional que foi chamada para entrevista na empresa às 21H59", diz Waleska Farias.
Simone Madrid já viu candidato chorar em processos que mais pareciam 
interrogatórios. Em um deles, ela conta que um diretor fazia bolinhas de papel e as lançava na parede, por cima da cabeça do candidato enquanto ele falava.

" O propósito era intimidar e observar como o candidato reagiria", diz ela. 
No quesito "reação do candidato", há ainda os processos que incluem perguntas estúpidas e que não agregam nada para a entrevista, a não ser olhares de interrogação. "Tem quem pergunte, por exemplo, o que o profissional faria se o escritório começasse a pegar fogo naquele exato momento.
Mas não há como prever a reação do profissional num caso assim.
É claro que ele vai dar uma resposta e, na hora, pode agir de modo diferente", diz Alexandre Luz. 


Fonte (texto): vocesa.com.br




E você já passou por algum teste bizarro na hora da entrevista??

Comente, divida conosco o seu ponto de vista.

terça-feira, 19 de março de 2013

Quer crescer? Ajude seu chefe a ser promovido!



Sérgio Chaia, ex-presidente da Nextel e autor de Será que é possível?, mostra como jovens podem obter reconhecimento no trabalho


Quando começou a estagiar na área marketing da Johnson&Johnson, Segio Chaia, ex-presidente da Nextel e autor de Será que é possível?, achou que fosse fazer campanhas de divulgação e “por a mão na massa”. A realidade foi bem diferente: “Minhas tarefas se resumiam a servir café e tirar cópias de relatórios”, diz ele.

Para se diferenciar, ele procurava fazer mais do que as pessoas esperavam. “Servia um café sempre com um biscoitinho”, conta. “O chefe reparava, dizia que não tinha pedido”, e ele respondia que levava assim mesmo, porque o chefe podia querer.

De lá para cá, muitas coisas mudaram na vida dos estagiários – inclusive essa rotina de servir cafezinho, felizmente – mas a necessidade de entregar algo a mais continua viva.

Para quem está nessa situação, a dica de Chaia é sempre pensar no outro com a mesma intensidade com que você pensa em si mesmo. “A maneira mais rápida de alcançar o que você deseja é pensar, por exemplo, como você pode ajudar o seu chefe a ter uma atuação melhor”, afirma. “Se você quer ser efetivado, uma boa forma de conseguir isso é ajudando seu chefe a ser promovido”, explica. “Se ele for promovido, as chances de ele efetivar você são maiores, não acha?”

Segundo Chaia, só se destaca no mundo corporativo quem faz mais. “As pessoas tendem a achar que só cumprir a obrigação é o suficiente, mas não é”, alerta. “É preciso sempre superar as expectativas.”

Mau exemplo – Para ilustrar, Chaia conta um mau exemplo de estagiário com quem teve contato. “Quando era presidente da Nextel, tive um encontro com os estagiários”, conta. “No fim da apresentação, abri para perguntas, mas ninguém queria perguntar nada.” Isso até que uma estagiária levantou a mão para questionar o valor do tíquete refeição. “Ela queria saber quando iria aumentar e veio perguntar isso para mim”, lembra Chaia.

O que ele respondeu? Que também não sabia, mas que lá estava muita gente do RH que poderia responder isso para ela. “Depois, perguntei para ela onde estava seu foco.”  O então presidente da empresa chamou a atenção da estagiária perguntando por qual motivo ela estava lá: por causa do tíquete ou para aproveitar todas as experiências e aprender? E ainda arrematou: “Se você estivesse disposta a aprender com tudo de certo e de errado, se estivesse disposta a se  conectar com as mais diferentes pessoas e extrair tudo o que puder de aprendizado para sua carreira... certamente teria menos tempo para pensar no valor do tíquete.”

O foco do estagiário, diz ele, tem de ser o de aprender. Sempre. E você concorda com ele ou também está mais preocupado com outra coisa?


Fonte: msn.clickcarreira.com.br

segunda-feira, 4 de março de 2013

Não exagere na hora de se vestir para o trabalho

Não exagere na hora de se vestir para o trabalho - 1 (© Cross Content)

A consultora de imagem pessoal e corporativa Marcele Goes monta um look informal. A produção pode ser usada em ambientes informais ou na “sexta-feira casual” – dia da semana em que algumas empresas mais formais liberam o uso de roupas casuais. (camisa e calça: Siberian; sapatos: Who’s; acessórios: acervo pessoal)

Pessoas que trabalham em um ambiente formal devem apostar em camisas de várias cores e modelos, pois é uma peça curinga.  A camisa escolhida para esse look é mais solta, em um tecido leve e confortável, com aplicações de tachinhas nas costas – combinação perfeita para um look despojado no ambiente de trabalho.
A produção é composta por uma peça casual, como a calça jeans. Mas isso não significa que qualquer lavagem ou corte irão cair bem. A consultora sugere optar por um jeans com uma lavagem mais escura e um corte mais elegante – como a skinny que Camila veste.

A escolha do sapato tem que ser condizente com a proposta da produção. Quando o look for despojado, prefira um salto grosso e mais baixo. Um salto fino, por exemplo, não combinaria com o visual. Esse tipo de proposta despojada permite usar a camisa solta atrás. Veja como o look fica equilibrado e bonito.

A proposta da produção de Marcele Goes para o segundo look é direcionada a um ambiente criativo – onde a ousadia não é mal vista. Ainda que o look seja mais arriscado, observe que a renda é mais fechada, impedindo muita transparência. Não se esqueça de colocar uma regatinha por baixo da camisa. Só de sutiã jamais!

A maioria das mulheres nem imaginaria usar essa calça em função dos elementos chamativos: brilho e animal print. Mas observe que ela fica dentro do limite de ousadia que um ambiente criativo e informal tolera.
Acessórios são permitidos dentro de ambientes mais formais. Para ficar menos careta, diversifique os materiais. Quem disse que o cinto tem sempre que ser de couro? Olha só uma proposta diferente, com o cinto de metal escuro.

A calça social é tão curinga quanto à camisa. Quem precisa se vestir de modo mais formal deve ter muitas opções dessas duas peças. Uma alternativa para sair da mesmice é apostar em cortes diferenciados. A calça com corte de alfaiataria e com a boca mais larga cumpre essa proposta.
Os sapatos têm que ser discretos, assim como o as roupas. Opte por cores neutras e, quando for às compras, aposte no preto, azul-marinho, marrom e bege.


Fonte: estilo.br.msn.com